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sábado, 4 de fevereiro de 2017

As origens, significados e diferenças entre as tiras cômicas, charges e cartuns (explicações decisivas e definitivas).

Abaixo, as explicações do que são as tiras cômicas, charges e cartuns:

*Tira cômica: história em quadrinhos de curta duração e com os quadros dispostos e organizados em forma de uma tira, como o próprio nome já implica. As tiras cômicas podem ou não ser humorísticas, geralmente, em preto e branco (embora algumas sejam coloridas) ou dominicais, publicadas em grandes quantidades, sempre coloridas e ocupando um espaço equivalente a uma página inteira. Existem três tipos de tiras cômicas: as tiras diárias, que costumam ser publicadas em poucas quantidades e em preto e branco devido ao ritmo de publicação (embora ainda existam algumas em cores), as pranchas dominicais, que costumam ser publicadas em grandes quantidades e sempre preenchendo uma página de um jornal ou revista e em cores (embora ainda existam algumas em preto e branco) e as yonkomas, que são tiras cômicas de origem japonesa e possuem quatro vinhetas verticais. O termo vem do inglês americano, comic strip e significa tira de história em quadrinhos.

*Charge: história em quadrinhos humorística de curta duração e que contém fortes críticas às pessoas e coisas da contemporaneidade. O termo vem do francês franco-belga, charger e significa carga ou exagero.

*Cartum: história em quadrinhos humorística de curta duração e que contém fortes críticas às situações do dia a dia. Por causa das semelhanças entre os primeiros curtas-metragens de animação e os cartuns impressos e publicados em jornais, revistas e livros da época, o desenho animado também é chamado de cartoon (ou, por extenso, animated cartoon), sendo ou não humorístico. A mesma coisa acontece em italiano e alemão, onde são chamados de cartone animato e animierter Cartoon, respectivamente. O termo vem do inglês britânico, cartoon e este do italiano, cartone e significa pedaço de cartão grande, esboço, estudo, rascunho ou anteprojeto.

Atualizada mais uma vez a postagem falando das minisséries do arco de histórias DC vs. Marvel.

Adicionei a seguinte crítica: "Ah, sim, um adendo: achei nada a ver a Jubileu deixar o Robin vencer apenas porque ele não possui superpoderes e se apaixonou por ele antes!".

O que são os mutates (não os mutantes, mas os mutates realmente!).

Bem, creio que todos saibam que o mutante é um humano que sofreu uma mutação genética, um elemento muito comum nas histórias em quadrinhos e animação. Por exemplo, o Wolverine, Tempestade e Mercúrio, personagens da Marvel Comics.

Já o mutate é um humano que sofreu uma mutação não genética. Por exemplo, o Capitão América, Homem-Aranha e Hulk, também personagens da Marvel Comics.

A diferença é apenas essa, alguém aqui já sabia disso?

Atualizada novamente a postagem as origens, significados e diferenças entre as tiras cômicas, charges e cartuns em inglês revistas e atualizadas.

Troquei a parte que diz que comic strip significa comics strip para comics ribbon a fim de evitar a redundância.

Atualizada a postagem das dicas de como criar grandes e ótimas histórias em quadrinhos e filmes.

Faltou o nome de Zack Snyder (do filme Madrugada dos Mortos), e, além disso, escrevi que  o terceiro nome dos cineastas é brasileiro, sendo que é o segundo, Rodrigo Aragão (da série de filmes Fábulas Negras, que já contém quatro filmes), fora um espaço que faltou entre as dicas 08 e 09.

Dez dicas originais de como criar grandes e ótimas histórias em quadrinhos e livros:

01) Não utilize violação de direitos autorais, conteúdo politicamente incorreto e tema clichê demais, já que isso queimará seu filme. Para utilizar nomes e imagens de pessoas reais e personagens de outros autores e empresas de fora do domínio público, peça autorização aos titulares. O domínio público ocorre 70 anos após a morte do (s) autor (es) original (is).

02) Antes de fazer uma nova história, pesquise para saber se já existe algo parecido mais antigo, pois alguém que conhecer bem a obra anterior pode acusar você de plágio.

03) Utilize determinados critérios para criar: os meus, por exemplo, são os de, na maioria das vezes, fazer gozações, homenagens e sátiras a algo e alguém, e, na minoria das vezes, fazer algo bem mais compenetrado, intuitivo e sério para levantar qualquer tipo de questão filosófica, política e religiosa.

04) Não utilize erros de continuidade, erros de digitação e idioma e repetição de histórias, porque as pessoas não gostam de nada disso.

05) Quando pensar e sentir que uma ideia original já deu tudo o que tinha que dar, faça um remake ou reboot de ficção. O remake é uma reinvenção da história original, com a mesma sinopse e a grande maioria dos elementos originais renovados e alguns elementos originais, ao passo que o reboot é uma completa recriação da história original, mantendo o padrão de qualidade.

06) Escolha temas que expressem e transmitam grandes e ótimos pensamentos e sentimentos.

07) Escolha seus gêneros preferidos e seus gêneros preteridos, os meus são, respectivamente, policial e aventura devido a me identificar bastante com ambos e terror e guerra devido a serem pesados demais para meu gosto.

08) Quando usar fontes e referências do trabalho de alguém, diga de onde saíram as ideias originais. Foi isso o que fiz na história completa Os Amigos do Universo e o Ciber-Soldado – A 3ª. Guerra Espacial, onde usei as seguintes referências: os desenhistas e escritores japoneses Hiromoto e Shinichi (desenhistas), Rei Hiroe (desenhista), Samura e Hiroaki (desenhistas), Matsumoto e Jiro (desenhistas), Hokazono e Masaya (escritores), Kino e Hitoshi (escritores) e Terada e Katsuya (escritores) (do romance gráfico Manga of the Dead), os escritores americanos Max Brooks (da série de livros Apocalipse Zumbi, que já contém cinco livros, sendo o quarto livro ainda inédito no Brasil) e Alma Katsu (da série de livros Ladrão de Almas, que já contém três livros, sendo o terceiro livro ainda inédito no Brasil), o desenhista brasileiro Ibraim Roberson (que trabalhou no terceiro livro da série de Max Brooks, sendo este em específico o único romance gráfico da série), os cineastas americanos para a maioria dos nomes e o cineasta brasileiro no caso do segundo nome Marc Foster (do filme Madrugada dos Mortos), Rodrigo Aragão (da série de filmes Mangue Negro, que já contém quatro filmes) e Zack Snyder (do filme Guerra Mundial Z, baseado no segundo livro da série de Max Brooks).

09) Para criar personagens baseadas em pessoas reais e personagens de outros autores e empresas, dependendo do grau e nível de semelhança existente entre suas criações e as figuras originais, peça autorização aos titulares.

10) Quando possível, inclua alguma novidade em suas histórias. Eu mesmo, por exemplo, costumo incluir artistas e esportistas famosos de ficção.

Se gostaram dessas minhas dicas todas, não deixem de repassá-las a seus amigos! 

As diferenças entre os comics e mangás.

Por sugestão de um usuário hispano-americano do Yahoo! Respostas, o Jim, estarei falando agora das diferenças entre os comics e mangás.

Um comics é uma história em quadrinhos americana, muito embora para eles mesmos, comics seja qualquer história em quadrinhos, e, igualmente, um mangá é uma história em quadrinhos japonesa, muito embora para eles mesmos, também mangá seja qualquer história em quadrinhos.

O estilo comics é o nome dado ao texto e desenhos da história em quadrinhos em estilo americano e o estilo mangá é o nome dado ao texto e desenhos da história em quadrinhos em estilo mangá.

Abaixo, estão as dez principais diferenças entre ambos, seguidas de um posicionamento original de minha parte:

Comics.
Mangá.
Costuma ser em cores, embora algumas tiras cômicas, charges e cartuns sejam em preto e branco.
É sempre em preto e branco.
Costuma ser produzido em papel de luxo, embora alguns gibis, romances gráficos e fanzines sejam feitos em papel jornal.
É sempre produzido em papel reciclado.
Seus super-heróis costumam usar apelidos e fantasias.
Seus super-heróis costumam usar os próprios nomes ou parte deles e trajes típicos de seus países ou profissões.
Geralmente, não possui começo, meio e fim, embora a existência das histórias completas e minisséries, e, de vez em quando, algum remake ou reboot de ficção.
Sempre possui começo, meio e fim definido, sendo que muitos mangás já surgem com o número de edições pré-definido.
Dependendo do comics, o desenho pode ser mais caricato ou mais realista.
O desenho é uma mistura de caricatura e realismo, com as personagens possuindo olhos grandes para aumentar a própria expressividade.
As tiras cômicas são tiras diárias e pranchas dominicais.
As tiras cômicas são yonkomas.
Podem existir muitos comics com temáticas mais adultas, mas eles não possuem subgêneros próprios.
Existem muitos mangás com temáticas mais adultas específicas e exclusivas deles, assim como, por exemplo, os hentai e shoujo.
É sempre editado em forma de gibi, romance gráfico ou fanzine, com o tamanho podendo variar entre pequeno, médio, grande e gigante.
Geralmente, é editado em forma de livro de bolso, embora alguns ainda sejam um pouco maiores.
Os americanos apostam bastante em qualquer gênero narrativo em seus comics.
Os japoneses investem bem mais na ação, aventura, drama, fantasia, ficção científica e romance em seus mangás, embora, ainda, gostem muito de erótico, guerra, policial, sobrenatural, suspense e terror, evitando a comédia.
São comuns gibis e romances gráficos coletando diversas histórias completas e minisséries ou tiras cômicas, charges e cartuns.
Às vezes, saem coletâneas de histórias originais mais antigas, por mais que isso não seja muito ou mesmo comum.
Prefiro os mangás aos comics: o fato de serem em preto e branco desperta bem mais e melhor nossa imaginação a meu ver, os olhos grandes também me atraem bastante, as temáticas são bem mais diferentes e interessantes e as batalhas também me atraem bem mais e melhor a atenção.

E bem, é isso aí mesmo!

Se desejarem comentar e complementar alguma coisa disso tudo, mandem bala, brasa e chumbo, por favor!