sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Informativo ilustrado Sávio Christi: História em quadrinhos em foco.: Muitos motivos para assistir a uma única série de vídeos!


Bom, eu ia fazer alguns novos desenhos agora, mas meu amigo me sugeriu, além de não inserir a borda nos desenhos, melhorar a coloração dos letreiros quando fosse inserir os textos digitalmente, eu então decidi fazer a experiência de vez para ver se vocês gostam!

Lembrando que, hoje mesmo, conforme o prometido, sairão O que são amerimanga, la nouvelle manga, americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5 e Os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo, vídeo 5 de 5!

A propósito; quero muito e mesmo, mais uma vez, deixar meus cumprimentos às revisoras de texto: minhas amigas Marihá Castro e Iana Cordeiro, o serviço delas ficou muito melhor do que o que eu queria e precisava!

E em tempo: logo mais, postarei a revisão conclusiva dos roteiros dos oito vídeos, vejam se gostam também!

Roteiros dos oito vídeos no blog do Blogger: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/04/as-versoes-pos-finais-dos-roteiros-para.html e canal do YouTube para novas inscrições: https://www.youtube.com/c/SávioChristiHistóriaemquadrinhosemfoco.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Desenhos mais antigos de Albert & Einstein, os Amigos do Universo e os Romanoz e Divulgação de As Novas Tiras Cômicas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma e Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real em JPG.


Bem, estive atualizando meu perfil, página e grupo do Facebook e decidi colocar os primeiros desenhos em questão como imagem da capa dos três e os últimos como imagem do perfil da segunda.

Primeiro, minhas três principais criações (ambas as primeiras em quadrinhos e a última em livros); e; depois, meus dois projetos mais relevantes (uma coletânea de tirinhas, charges e cartuns (9 volumes) e uma história completa (remanescente da coletânea)).

Desta vez, decidi salvar em JPG em vez de PNG, que foi para ver se ficaria muito melhor ou se não chegaria a tanto, podem comentar algo quanto a isso caso queiram.

Nos últimos desenhos, para quem ainda não conhece todos os presentes, vejam se identificam: Albert & Einstein, Cuca o Detetive, Cátia a Fantasma e Metarfos e Samambaia à esquerda; com ambos os primeiros e ambos os últimos em naturalismo (desenho básico) à direita.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Diferenças entre louco, psicopata e retardado e Porque Brasília não possui mais prefeito.

Diferenças entre louco, psicopata e retardado.

Louco: alguém que age pelo excesso de emoções. Quem sofre de loucura (conhecida também como insanidade) não tem más intenções e faz coisas que desafiam e violam a realidade. O louco é, simplesmente, uma pessoa sem consciência do que faz, podendo ser extremamente agressivo e perigoso, dependendo bastante do grau da doença.

Psicopata: ao contrário do louco, é alguém que age pela ausência de emoções. Quem sofre de psicopatia (conhecida também como transtorno da personalidade antissocial) é duro, frio e calculista ao extremo, não liga para o que é certo, sabe exatamente o que está fazendo, manipula qualquer pessoa, lugar ou coisa a sua volta e forja uma personalidade totalmente diferente da verdadeira. Nem todo psicopata é criminoso, mas, caso seja, não necessariamente é um assassino sequencial.

Retardado: existe a par do louco e do psicopata, sendo alguém com baixo desenvolvimento intelectual. Quem sofre de retardamento (conhecido também como deficiência mental) tem bastante dificuldade de aprendizado, é taxado de estúpido por muita gente e não interage normalmente com todo mundo.

Porque Brasília não possui mais prefeito.

Em Washington, D.C. e Buenos Aires (capitais federais dos Estados Unidos e da Argentina, localizadas no Distrito de Colúmbia americano e no Distrito Federal argentino, respectivamente), seus cidadãos não votam no Congresso Federal de seus países, já que as capitais em questão possuem prefeitos em vez de governadores.

No caso de Brasília (capital federal do Brasil, localizada no Distrito Federal brasileiro), já existiu a Prefeitura do Distrito Federal, mas ela foi extinta após sete anos e nove prefeitos (ou seja, entre 1960 e 1967). O cargo de prefeito foi substituído pelo de governador para dar um determinado cargo público a um ex-governador.

Como Brasília não possui prefeito, seus cidadãos votam no Congresso Federal normalmente. Por outro lado, o governador recebe um salário muito maior do que o prefeito.


A propósito, Washington, D.C. reclama que quer ter representantes no Congresso Federal, sonhando em se tornar um novo estado da federação (província da federação na Argentina), só que a capital federal dos Estados Unidos não precisa chegar a tanto: basta terem um governador e tudo se resolve. Até porque, um estado (província na Argentina) precisa de muitos municípios (condados nos Estados Unidos e departamentos na Argentina) e transformar um local criado única e exclusivamente para ser a capital federal de seu país em um novo estado da federação não faz o menor sentido.

Quanto ao mais, qualquer que seja a nomenclatura utilizada em qualquer uma dessas três capitais federais para designar seu administrador, quer seja governador, quer seja prefeito, a pessoa é governador e prefeito ao mesmo tempo. No caso de Brasília, o governador e os deputados distritais comparecem a reuniões dos prefeitos e dos vereadores das capitais estaduais. Igualmente, nos casos de Washington, D.C. e Buenos Aires, os prefeitos e os vereadores (conselheiros nos Estados Unidos e na Argentina) comparecem às reuniões dos governadores e deputados estaduais (representantes estaduais nos Estados Unidos e deputados provinciais na Argentina).

Diferença entre artes plásticas e artes visuais.

O conceito de artes plásticas é o das artes que você pode tocar, como se tivessem corpos físicos (assim como, por exemplo, pintura, escultura e arquitetura), ao passo que o conceito de artes visuais é o das artes que você não pode tocar da mesma forma, mas ver apenas (assim como, por exemplo, desenho, fotografia e gravura).


E literatura, embora seja, tecnicamente falando, parte de artes visuais, é considerada muito mais como sendo algo à parte.

Amigos, como posso dar uma incrementada (por assim dizer) no roteiro do filme que estou imaginando? Deem uma lida e me sugiram alguma coisa:


O roteiro (que foi retomado ontem e será continuado hoje mesmo) será entregue a algum diretor ou produtor de cinema para que me ajude a levá-lo às telas.

E bem, quais são seus comentários, conselhos e críticas a respeito por enquanto?

Qualquer coisa também, meus três e-mails para contato: saviochristi@writeme.com, saviochristi1@ciudad.com.ar e saviochristi@mail.com.

Desde já, muito obrigado a todos por toda a atenção e interesse e um abraço!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Atualizada a postagem do roteiro do filme O Desespero de um Solteiro! com o mês atualizado e a Parte V completa.

Leiam bem aqui: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/10/o-desespero-de-um-solteiro-tema-de.html!

Série de vídeos Sávio Christi: História em quadrinhos em foco., três novos informativos.





Conforme já mencionei, como forma de compensação pelo atraso do quarto vídeo, ele sairá em conjunto com o quinto vídeo.

Mas ainda não recebi muitas respostas se preferem o quarto vídeo inteiro ou em duas partes, já que ele deverá ter uma duração média de 12 minutos.


Caso queiram, aproveitem e se inscrevam em meu canal do YouTube: https://www.youtube.com/c/SávioChristiHistóriaemquadrinhosemfoco.

Atualizada a postagem do roteiro da edição especial Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real com a data e meus cargos atualizados.

Leiam bem aqui: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/05/roteiro-da-edicao-especial-albert.html!

Amigos, podem me dar uma opinião sobre o enredo de uma de minhas histórias mais recentes, Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real?

Percebi que a ideia de mover personagens da ficção para a realidade também já foi aproveitada nos filmes A Rosa Púrpura do Cairo, O Último Grande Herói e Garfield Cai na Real, mas não me amparei em nenhum deles.

Eu então criei um roteiro aleatório e improvisado, podem lê-lo caso queiram neste link:  http://saviochristi3.blogspot.com/2017/05/roteiro-da-edicao-especial-albert.html.


E bem, será que devo me preocupar muito ou mesmo com a aparente e suposta forte comparação entre minha história e as histórias dos filmes em questão?

Dois informes publicitários e galeria de capas de As Novas Tiras Cômicas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma (9 volumes) e Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real.






Eu já tinha escaneado os três primeiros volumes da coletânea, mas o escaneamento não ficou dos melhores.

Assim que for possível, escanearei tudo de volta; e; claro, farei o mesmo com os demais volumes e a história completa.

Quem quiser garantir o pré-envio das edições em questão, pode me pedir por e-mail e avisarei assim que estiverem disponíveis, meus três e-mails para contato: saviochristi@writeme.com, saviochristi1@ciudad.com.ar e saviochristi@mail.com.

domingo, 12 de novembro de 2017

Amigos, vim lhes pedir uma opinião sobre meu quarto vídeo (que terá que ser refeito e o quanto antes)...

A opção mais solicitada será posta em prática, leiam mais e comentem algo:

Por erro de cálculo, o vídeo O que são amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5 terá uma duração média de 12 minutos. Por outro lado, o vídeo Os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo, vídeo 5 de 5 terá uma duração média de 3 minutos.

O quarto e o quinto vídeos sairão no mesmo dia e em sequência direta como forma de compensar a vocês todos pelo atraso, fica então a pergunta: vocês acham melhor fazer o vídeo 4 em duas partes ou fazer uma coisa inteira de uma só vez?

O canal ainda está aberto para novas inscrições, aqui vai o link (inclusive e principalmente, ele contém os roteiros dos oito vídeos: https://www.youtube.com/c/SávioChristiHistóriaemquadrinhosemfoco.

A propósito, a série terá mais três vídeos após os dois em questão: Como surgiram as ideias para meus cinco vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos, vídeo extra, A controvérsia da história em quadrinhos, vídeo extraoficial e Créditos de meus cinco vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos e vídeos extra e extraoficial.

Desde já, muito obrigado a vocês todos por toda a atenção e interesse e um abraço!

Imagens de apresentação dos livros Os Romanoz e Albert & Einstein, Os Torres 1 e Os Torres 2.




Inclusive e principalmente, já estou relativamente disposto a continuá-los amanhã cedo.

Também penso em publicá-los na próxima oportunidade de inscrever alguma obra em algum concurso ou edital.

Atualizadas as postagens dos livros Os Romanoz e Albert & Einstein, Os Torres 1 e Os Torres 2 com os textos e desenhos em anexo ao final, meu portfólio e meus agradecimentos especiais atualizados.

Também já incluí o Bônus III do primeiro dos três livros, leiam bem aqui: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/10/livro-os-romanoz-e-albert-einstein.htmlhttp://saviochristi3.blogspot.com/2017/04/livro-os-torres-1-uma-familia-bem.html e http://saviochristi3.blogspot.com/2017/04/livro-os-torres-2-familia-em-novas.html!

E, neste mês, sem falta, continuarei os três livros!

Meu portfólio (2017).

Desenhista, escritor e roteirista de quadrinhos e livros, pesquisador de artes e história e youtuber.

Principais criações: a dupla nonsense Albert & Einstein (conhecida também como a Dupla do Barulho) (em quadrinhos e desde 1994), a equipe de patrulheiros espaciais os Amigos do Universo (conhecida também como os Detetives Espaciais) (em quadrinhos e desde 2003) e a banda musical os Romanoz (conhecida também como a Maior Banda Musical do Pedaço) (em livros e desde 2006).

Projetos mais relevantes: coletânea As Novas Tiras Cômicas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma (9 volumes) e história completa Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real (remanescente da coletânea).


Outras contribuições relevantes: informativos, artigos e crônicas sobre artes e história e série de vídeos didáticos (Sávio Christi: História em quadrinhos em foco. (8 vídeos)).

Será que fiz boa escolha desistindo de vez que querer ser lembrado como pintor? Vão minha pintura mais recente e a justificativa para tanto:

Então, eu tenho minhas experiências como pintor, só que já desisti de vez de querer ser lembrado como sendo um, já que isso não dá tanto futuro, meus materiais de pintura custam muito mais do que meus esforços e minhas pinturas não estão ficando boas o bastante (fora que três colegas (ou inimigos) meus (todos homens!) me chatearam e irritaram bastante chamando minhas pinturas de desenhos (um deles até me disse que meu estilo é meio indefinido e / ou confuso!) e outro colega (ou inimigo) meu fez igual me dizendo que pinturas são a maior viadagem (vejam que coisa!); detalhe que sonhava em ser pintor desde pequeno (coisas da vida!).

Minha pintura mais recente (e, talvez, uma das últimas!) é Sam e Pam e Sereia do Mar e traz personagens de meu fanzine original, Andando, Tropeçando e Rolando!, sendo ambas as primeiras baseadas em amigas minhas desenhistas (que me cederam gentilmente seus direitos de nomes e imagens) e a terceira uma manifestação ou representação da própria Iara do folclore (nessa pintura, ela também canta um pouco).

Podem também ver a pintura na postagem original de meu blog: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/11/sam-e-pam-e-sereia-do-mar-pintura-em.html.

Falando no blog, se quiserem, leiam o fanzine original Andando, Tropeçando e Rolando! nele: http://saviochristi3.blogspot.com/2017/11/repostagem-do-fanzine-andando.html (e aguardem a sequência e o spin-off: Andando, Tropeçando e Rolando!, Volume 2 e As Aventuras de Sam e Pam: Uma História de Outro Mundo!).

sábado, 11 de novembro de 2017

Diferenças entre realismo de artes plásticas e artes visuais e realismo de literatura.

Influenciado pelas teorias materialistas, o realismo surgiu na Europa, na segunda metade do século XIX. No Brasil, seu principal representante foi o escritor Machado de Assis. O marco do realismo na Europa foi registrado em 1857, com a publicação do romance Madame Bovary, do escritor francês Gustave Flaubert.

O realismo de artes plásticas e artes visuais é diferente do realismo de literatura, ainda que sejam o mesmo movimento artístico realmente.

Realismo de artes plásticas e artes visuais: retrata as coisas como elas são na realidade por meio de imagens. Isso inclui a miséria e a pobreza, os horrores da guerra e nudez do corpo humano. Realismo ou desenho realista são nomes equivocados para o desenho mais próximo de pessoas, lugares e coisas reais, desenho este que, por sinal, pode muito bem disfarçar um pouco de como a pessoa é realmente para parecer mais bonita ou menos feia (assim como, por exemplo, diminuir as sobrancelhas enormes de alguém). O nome desse estilo de desenho é, na realidade, naturalismo ou desenho básico. O realismo de artes plásticas e artes visuais inclui artes como desenho, pintura e escultura. Alguns artistas plásticos e artistas visuais do realismo incluem os franceses Gustave Courbet (pintor), Édouard Manet (pintor), Honoré Daumier (pintor, gravurista e caricaturista), Jean-François Millet (pintor), Théodore Rousseau (pintor paisagista), Jules Breton (pintor e poeta), Jean-Baptiste Camille Corot (pintor realista) e Auguste Rodin. Outros nomes incluem os brasileiros Georg Grimm, Modesto Brocos, Benedito Calixto Castagneto, Clóvis Graciano (paisagistas) e Candido Portinari (pintor).

Realismo de literatura: retrata as revoltas sociais e de insatisfação política, tendo sido fortemente influenciado por temas como o socialismo e o nacionalismo, bem como pela Revolução Industrial, esta última surgida na Inglaterra. Alguns escritores do realismo incluem Augusto Comte (francês), Karl Marx (alemão), Émile Durkheim (francês), Max Weber (alemão) e Gustave Flaubert (francês). Outros nomes incluem os brasileiros Machado de Assis, Arthur Azevedo e Aluísio de Azevedo, este último irmão mais novo do anterior. Segundo o filósofo americano Hilary Putnam, o realismo de literatura se divide em três tipos: materialismo, metafísica e convergência.


Divulgação dupla: Andando, Tropeçando e Rolando!, Volume 2 e As Aventuras de Sam e Pam: Uma História de Outro Mundo!.

Conteúdo (Andando, Tropeçando e Rolando!, Volume 2): Matando Um Só Coelho com Duas Cajadadas!, Partes 1 e 2, história em quadrinhos (Corino o Coelho Mágico não fala, não escreve e não lê. De repente, ele foge do show de mágicas e apronta muitas das suas com sua mágica, que é muito mais trágica do que mágica. Agora, cabe a um caçador de recompensas recuperá-lo, ainda que o homem possua métodos de trabalho um tanto quanto improváveis e inusitados!), Concurso de Feiura!, texto de ficção científica (Uma agência de modelos precisa de um novo modelo para disputar um concurso de beleza e o escolhido é um cavernícola, vindo de um vórtice intertemporal. O verdadeiro desafio é, sem dúvidas, fazê-lo ficar mais bonito (ou menos feio!)!). E muito mais (cantiga de amigo, cântico militar, artigo sobre artes e artigo sobre história)! Em estilo mangá.

Sinopse (As Aventuras de Sam e Pam: Uma História de Outro Mundo!): A expressiva e talentosa dupla de desenhistas Sam e Pam precisa de uma história em quadrinhos inédita e original para arranjar um emprego em uma nova editora. Sem saber o que fazer, a dupla decide aceitar a ajuda de um agradável e simpático alienígena, vindo do planeta Lactósia. Inclui uma cantiga de amor! Sam e Pam baseadas nas desenhistas Samara Souza e Pamela Marins. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim. Spin-off do fanzine Andando, Tropeçando e Rolando!. Em estilo mangá.

Principais características do louco, do psicopata e do retardado.

Principais características do louco, do psicopata e do retardado, parte 1 de 2.

Louco: As principais características de uma pessoa “louca” são as alterações de pensamento (delírios) {ela cria novas realidades, como dizer que é Napoleão, ou mesmo Deus}, de percepção (alucinações auditivas e visuais) {ouve ou vê coisas que não existem}, afetivas (ansiedade exagerada, embotamento afetivo, etc.) e manias.

Psicopata: 1-      Encanto superficial – Os psicopatas possuem lábia e sedução, capazes de manipular as pessoas que os rodeiam. Possuem um encanto inicial, que seduz a maioria das pessoas. Usam essas competências como meio de atingir os seus fins.
2-      Mentiras sistemáticas –  Todas as pessoas mentem, porém, os psicopatas utilizam a mentira como uma “ferramenta de trabalho”. O psicopata sabe mentir, frequentemente, teatraliza situações vantajosas para si, como: sentir-se ofendido, magoado, arrependido. As mentiras vão de encontro com a parte narcísica da personalidade, este quer ser admirado, ser mais rico, vestir-se melhor, considerado o mais competente.
3-      Ausência de sentimentos afetuosos – Os psicopatas negligenciam os sentimentos dos que os rodeiam. São insensíveis á dor dos outros, preocupando-se apenas com a sua. Possuem baixa inteligência emocional, visto que não compreendem o sofrimento das pessoas à sua volta.
4-      Ausência de consciência moral – Os psicopatas não possuem consciência moral, nem ética. Não importa o que fazem, o que importa é atingir os seus objetivos. Os seus comportamentos visão apenas os seus fins, independentemente se irão prejudicar alguém ou não. As pessoas à sua volta são usadas como meios para atingir fins.

Principais características do louco, do psicopata e do retardado, parte 2 de 2.

5-      Comportamentos Impulsivos – A falta de moralidade e ética fazem com que as suas ações não sejam ponderadas, impulsionando a cometer brutalidades. A maioria das vezes são mais subtis, existindo uma inadequação da reação ao estímulo, isto é, ou fazem uma “tempestade num copo de água”, ou, então, não têm reação nenhuma face a um estímulo importante.
6-      Incorrigibilidade- O psicopata dificilmente se corrige, carece de moralidade, carece de culpa. Se não possui sentimento de culpa e não compreende o sofrimento dos outros, não percebe o “porquê” de ser corrigido e corrigir o seu comportamento. Contudo, os psicopatas são muito hábeis a manipular, chegando a convencer os “educadores” de que estão educados. Quando vão para a prisão, são presos exemplares, bem comportados, amáveis, prestáveis.
7-      Falta de adaptação social – O psicopata é egocêntrico e egoísta, apenas o bem-estar e o sofrimento próprio importam. Dificuldades em socializar e fazer amigos devido a se centrar excessivamente em si próprio.

Retardado: O retardamento mental é uma condição na qual as pessoas têm significativamente abaixo da média o funcionamento mental (um quociente de inteligência ou QI de 70-75 ou menos em comparação com a média normal de 100), causando problemas com vivências diárias. As pessoas que são retardadas mentais podem ter problemas com a comunicação, tendo o cuidado de si, a vida diária, habilidades sociais, interações com a comunidade, orientando-se, saúde e segurança, escola, lazer e trabalho.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Roteirizando O Desespero de um Solteiro!

Meu vizinho foi esperto o bastante para deduzir de onde saiu o protagonista do longa-metragem que estou roteirizando, O Desespero de um Solteiro! (mas, também, depois de 13 anos de convivência, não teria como ele não me conhecer bem o bastante): Frederico Lorenzoni é só uma representação ou alter-ego de minha parte. Tive a ideia de fazer essa história com esse tipo de personagem (alguém que é alvo de bullying no escritório o tempo inteiro só porque é solteiro) baseado em experiências pessoais. Até mesmo já me acusaram de ser louco, psicopata e retardado.

Na verdade, já vinha pensando em um meio de entrar para o cinema e de vez ainda por cima desde que meu irmão dois anos mais velho, o bancário, cineasta e músico capixaba Gerô me sugeriu fazer um roteiro de curta-metragem. Roteirizei oito curtas-metragens (além de ter esboçado outros dois, estes últimos curtinhos e sem falas), seis deles da mesma série (do segundo ao penúltimo), mas acho que nenhum ficou bom o bastante.

O Desespero de um Solteiro! fala sobre um escriturário e uma fotógrafa, os quais, sem imaginarem, cruzar-se-ão muitas vezes em pouco tempo. Enquanto Frederico Lorenzoni fica bastante fixado e obcecado em reencontrar Juliana Medeiros desde que se cruzaram a primeira vez, Juliana simplesmente se esquecerá de que já o viu; chegando até ao ponto de precisar de um modelo fotográfico  alto, bonito, elegante e expressivo para fazer um trabalho; já pensando (ou se dando a certeza de) não conhecer ninguém assim. A história é uma mistura de comédia, drama e romance.

Sinopse: Frederico Lorenzoni "precisa" convencer aos colegas de escritório e a si mesmo de que não é nem louco, nem psicopata, nem retardado. Para isso, ele decide encarar o desafio de conquistar uma namorada por conta própria. O que ele não imaginava era que, de fato, poderia se apaixonar por alguém.


Conceitos e origens de caricatura, realismo e design e Como funcionam caricatura, realismo e design.

Conceitos e origens de caricatura, realismo e design, parte 1 de 3.

A caricatura é um desenho humorístico que exagera (para mais ou para menos) as feições, o realismo é uma arte (desenho ou não) mais próxima da realidade e o design é um desenho que trabalha com bastante retas e curvas.

1. Caricatura: A caricatura surgiu no século XVII, com o pintor Agostino Carracci da Bolonha, artista que criou uma galeria de tipos populares da sua cidade. Outros artistas da Escola de Bologna também se destacam nessa forma de arte, como Domenichino e Guercino.

2. Realismo: Influenciado pelas teorias materialistas, o realismo surgiu na Europa, na segunda metade do século XIX. No Brasil, seu principal representante foi o escritor Machado de Assis. O marco do realismo na Europa foi registrado em 1857, com a publicação do romance Madame Bovary, do escritor francês Gustave Flaubert.

Tipos de realismo existentes:

Putnam distingue três variedades de realismo em Three Kinds of Scientific Realism
(1982, reimpresso em Worrall, The Ontology of Science), num texto extremamente confuso para quem já não é um 
connaisseur (profundo conhecedor ou especialista) de realismos científicos.

2.1. Materialismo.
Putnam não é claro sobre como o fisicalismo pode ser entendido como uma forma realismo científico. Um fisicalista acredita que todas as propriedades intensionais ou semânticas podem ser reduzidas a propriedades físicas. Pensa-se que seja a ideia de que não precisamos nada além da física para explicar mesmo os fenômenos tipicamente não físicos como aqueles intensionais, assim, os únicos existentes seriam aqueles objetos que as teorias físicas mais bem estabelecidas dizem existir. Putnam aponta supostas falhas na semântica fisicalista, mas parece que a física contemporânea não é suficientemente clara sobre que objetos existem e qual a sua natureza.
2.2. Metafísica.
Segundo Putnam, o realismo metafísico defende que há uma realidade que transcende as nossas teorias, e é, por conseguinte, rigorosamente independente de nós. A existência de uma realidade neutro permite trabalhar com uma noção de verdade então que vai além da adequação empírica das teorias para o realista metafísico de duas teorias distintas, porém empiricamente equivalentes, apenas uma pode ser dita verdadeira, muito embora não consigamos decidir qual delas. A dificuldade que Putnam apresenta ao realista metafísico é pluralidade de teorias matemática e empiricamente equivalentes.
Conceitos e origens de caricatura, realismo e design, parte 2 de 3.

2.3. Convergência.

Extremamente confuso. Putnam discute aqui o problema da permanência da referência através da mudança de teorias. Assim, por exemplo, só podemos acreditar que um termo como ‘átomo’ da física atual refere-se à mesma entidade que a palavra ‘átomo’ da física de cem anos atrás se referia caso aceitemos o princípio de caridade, caso tratemos as entidades da ciência de maneira semelhante a que tratamos os objetos do senso comum.

3.1. Design: O design surgiu no século XIX, na revolução industrial. Um dos objetivos do design é unir a função e a forma do objeto e otimizar a sua função.

Tipos de design existentes:

3.1. Animação: Fazer projetos de animação para cinema, publicidade e games, entre outros, desenvolvendo argumentos e roteiros.
3.2. Desenho industrial: Desenhar automóveis, máquinas e equipamentos industriais.
3.3. Design digital: Projetar e desenvolver interface para mídias digitais, como páginas para a internet.
3.4. Design de embalagens: Criar embalagens adequadas aos produtos, considerando o apelo visual.
3.5. Design gráfico: Projetar e reformular o aspecto visual e gráfico de publicações impressas, como jornais, revistas, livros e folhetos.
3.6. Design de joias: Desenvolver coleções de joias e acessórios para empresas de grande porte ou confeccioná-las de forma artesanal.
3.7. Gestão de produto: Gerenciar linhas de produtos em grandes fabricantes.
3.8. Programação visual e comunicação: Criar logotipos e marcas para produtos e serviços. Produzir vinhetas para a TV e peças de publicidade.
Conceitos e origens de caricatura, realismo e design, parte 3 de 3.

39. Projeto de produto: Desenhar objetos, móveis e utensílios para produção em escala industrial ou artesanal, definindo aspectos estéticos e funcionais. Pesquisar e desenvolver materiais e tecnologias de fabricação.


Notas:

A caricatura só funciona em rostos, e que sejam, de preferência, humanos ou humanoides.

O realismo das artes plásticas e artes visuais é bem diferente do realismo da literatura. As artes plásticas são as artes que se pode enxergar e manusear como se tivessem os próprios corpos (incluindo a pintura, a escultura e a arquitetura), já as artes visuais são as artes que se pode enxergar, mas não manusear da mesma forma do que as artes plásticas (incluindo o desenho, a literatura e a fotografia). E a literatura, embora seja, por definição, parte das artes visuais, possui um campo de estudo bem mais amplo, estando bem mais englobada no conceito de letras. As letras incluem a literatura, a gramática e a redação. No curso superior de Artes Plásticas, os alunos manuseiam bastantes ferramentas, incluindo material de carpintaria. No curso superior de Artes Visuais, os alunos manuseiam materiais bem mais simples, embora não menos relevantes. E, no curso superior de Letras, os alunos leem, veem e ouvem explicações sobre muitos idiomas além do português, começando pelo latim. A literatura não deixa de ser arte, uma vem que se trate de uma manifestação cultural que expressa e transmite pensamentos e sentimentos, podendo ser combinado a outras artes, incluindo qualquer uma das já citadas logo antes.

Embora ainda exista quem mencione que design é a palavra para desenho em inglês, o design é só um tipo de desenho. O desenho genérico (qualquer desenho) se chama draw em inglês e dibujo em espanhol. Somente o desenho animado é chamado de animated cartoon (onde cartoon se refere ao cartum de jornais, revistas e livros), já que os primeiros curtas-metragens de animação eram bastante semelhantes aos cartuns da época. O design, especificamente falando, chama-se design também em inglês e diseño em espanhol. Além disso, o design, embora, realmente, sirva para se fazer arte, é muito mais técnico do que artístico. O Google Tradutor também acha que design e diseño são sinônimos genéricos para desenho.E, de resto, ainda existem pessoas achando que design não tem nada a ver com desenho.
Como funcionam caricatura, realismo e design.

Caricatura: O caricaturista faz o desenho do retratado (pessoa ou personagem e humano ou humanoide de preferência) o mais exagerado possível, podendo, ainda, ser o mais burlesco e grotesco possível, que é para ficar bem humorístico. Ele aumenta as partes do rosto que já são grandes, diminui as que já são pequenas, junta as que já são próximas e afasta as que já são distantes. (Colaboração: Gabriel Basílio do grupo do Facebook Bate-papo Ilustrado).

Realismo: Como artes plásticas e artes visuais, o realista faz a arte (desenho, pintura ou escultura, por exemplo) com os olhos e os lábios pequenos e os queixos grandes, que é para a pessoa ou personagem ficar bem mais próxima da realidade. Já se for um cenário ou veículo, por exemplo, basta que ele observe bem os elementos que compõem o lugar ou coisa, a fim de que, igualmente, fique bem mais próximo (a) da realidade. Como literatura, o realista descreve e narra os fatos e os eventos o mais próximo possível de situações que poderiam, de fato, ocorrer. Determinados livros incluem imagens; e; para estas, por de certo, valem as regras já descritas em anterior. (Colaboração: Davi Júnior do grupo do Facebook Bate-papo Ilustrado).

Design: O designer faz o desenho utilizando tantas retas e curvas quanto se fizer necessário, com maior e melhor predominância para as curvas. A exemplo do realismo, o design funciona perfeitamente bem em pessoas, lugares e coisas, mas o resultado é muito maior e melhor em lugares e coisas artificiais a naturais. Esse aí não tem nenhum mistério realmente. Ao contrário da caricatura e do realismo, o design é muito mais técnico do que artístico. Entretanto, da mesma forma que a arte exige técnica, a técnica exige arte.

Como funcionam caricatura, realismo e design.

Caricatura: O caricaturista faz o desenho do retratado (pessoa ou personagem e humano ou humanoide de preferência) o mais exagerado possível, podendo, ainda, ser o mais burlesco e grotesco possível, que é para ficar bem humorístico. Ele aumenta as partes do rosto que já são grandes, diminui as que já são pequenas, junta as que já são próximas e afasta as que já são distantes. (Colaboração: Gabriel Basílio do grupo do Facebook Bate-papo ilustrado).

Realismo: Como artes plásticas e artes visuais, o realista faz a arte (desenho, pintura ou escultura, por exemplo) com os olhos e os lábios pequenos e os queixos grandes, que é para a pessoa ou personagem ficar bem mais próxima da realidade. Já se for um cenário ou veículo, por exemplo, basta que ele observe bem os elementos que compõem o lugar ou coisa, a fim de que, igualmente, fique bem mais próximo (a) da realidade. Como literatura, o realista descreve e narra os fatos e os eventos o mais próximo possível de situações que poderiam, de fato, ocorrer. Determinados livros incluem imagens; e; para estas, por de certo, valem as regras já descritas em anterior. (Colaboração: Davi Júnior do grupo do Facebook Bate-papo ilustrado).

Design: O designer faz o desenho utilizando tantas retas e curvas quanto se fizer necessário, com maior e melhor predominância para as curvas. A exemplo do realismo, o design funciona perfeitamente bem em pessoas, lugares e coisas, mas o resultado é muito maior e melhor em lugares e coisas artificiais a naturais. Esse aí não tem nenhum mistério realmente. Ao contrário da caricatura e do realismo, o design é muito mais técnico do que artístico. Entretanto, da mesma forma que a arte exige a técnica, a técnica exige a arte.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Como surgiram os nomes dos Trapalhões.

Didi Mocó (Renato Aragão) (real nome: Antônio Renato Aragão): O único do grupo creditado com seu real nome (ou parte dele) e não com o mesmo nome artístico que consagraria seu papel mais famoso no audiovisual. O nome completo do Didi é Didi Mocó Sonrisépio Colesterol Novalgino Mufumbbo, nome este criado de improviso para um programa de auditório. Mocó é um rato grande, muito comum no Ceará, parente bem próximo do preá. Sonrisel por causa do creme dentral Sonrisal. Colesterol por razões bem elementares. E Mufumo é um arbusto existente no Nordeste. Didi apareceu pela primeira vez no programa de TV Vídeo Alegre, da emissora cearense TV Ceará, no dia 30 de novembro de 1960. Renato conta que, na época, procuravam comediantes do Nordeste. Antes de ser comediante, já foi advogado, e, depois, diretor, redator e produtor de programas de TV.

Dedé Santana (real nome: Manfried Sant'Anna): De família circense, Dedé já entrou para o circo como sendo Dedé Santana realmente. Seu nome, de origem alemã e difícil pronúncia fez com que adotasse o nome artístico de Dedé Santana para simplificar.

Mussum (real nome: Antônio Carlos Bernardes Gomes): O ator e músico Grande Otelo o chamou de Mussum em homenagem a um peixe chamado muçum, que possui escamas e a coloração em vermelho, preto e branco. Isso foi na época em que o comediante (que nasceu e foi criado no morro) trabalhava como músico do grupo Os Originais de Samba.

Zacarias (real nome: Mauro Faccio Gonçalves): Zacarias era o nome de um galo existente no sítio em que foi criado e o comediante, desde pequeno, foi chamado pelo nome do galo por amigos. O nome artístico foi utilizado pela primeira vez ao entrar para o grupo Os Trapalhões. Antes disso, trabalhava como radialista, onde fez várias vozes bem distintas para compor diferentes personagens.

Tião Macalé (real nome: Augusto Temístocles da Silva Costa): Sempre foi chamado pelo nome artístico. Não se sabe exatamente como foi feita a escolha de seu nome artístico seu nome artístico, mas a palavra macalé significa boa vida, Zé mané, folgado, idiota.


(Colaboração: usuário Marco da categoria Cinema do Yahoo! Respostas)

Diferenças entre deísta, teísta, panteísta, ateu, agnóstico e cético e Correlações entre artes e história.

Diferenças entre deísta, teísta, panteísta, ateu, agnóstico e cético.

Deísta: acredita em Deus e em milagres e revelações espirituais.

Teísta: acredita em Deus, mas não em milagres e revelações espirituais.

Panteísta: acredita que Deus seja o centro do universo, tratando Deus como uma parcialidade do próprio universo em si.

Ateu: não acredita em Deus e o motivo varia entre um e outro ateu.

Agnóstico: não possui conhecimento suficiente para acreditar ou não que Deus existe, tendo muitas incertezas.

Cético: acredita que pessoas, lugares e coisas que não pode ver não existem.

Correlações entre artes e história, parte 1 de 2.

As pinturas rupestres (que foram as primeiras tentativas de se unir textos e imagens para se narrar algo, sendo tidas, portanto, como os primórdios das histórias em quadrinhos) surgiram no Período Neolítico da Idade da Pedra em 4000.000 a.C.. É aí que se inicia a história da arte. Rupestre significa rochoso (a), das rochas.

Inspirada pelas pinturas rupestres, surgiu a primeira tirinha, presumidamente, na década de 1890. O caso é que não se sabe, de fato, qual foi a primeira, havendo três candidatas: The Yellow Kid (que teria saído em qualquer um dos anos consecutivos entre 1894 e 1897), Os Sobrinhos do Capitão (The Katzenjammer Kids ou The Captain and The Kids, que teria saído em 1897 também) e Comic Cuts (que teria saído em 1890 já em um gibi, ou seja, não passou por nenhum jornal antes). Por outro lado, a primeira tirinha para adultos teria sido Krazy Kat (que teria saído em 1913). A primeira tirinha não foi a primeira história em quadrinhos, vide as pinturas rupestres, as primeiras charges e os primeiros cartuns.

As primeiras charges e os primeiros cartuns (considerando que as charges e os cartuns também são histórias em quadrinhos, já que são narradas em formas de quadros, possuem personagens estáticas e as falas, pensamentos e cantorias (algumas histórias em quadrinhos contêm uma ou mais músicas) são feitas através de balões) surgiram em 1801 e 1841, respectivamente. A charge surgiu como manifestação política contra a realeza da França e o cartum surgiu em um concurso de desenho organizado pela realeza da França.

Correlações entre artes e história, parte 2 de 2.

Manifestações como o renascentismo, cubismo, expressionismo e cubismo são movimentos artísticos e históricos ao mesmo tempo, já que foram ambientados em períodos específicos da história e causaram algum tipo de impacto nas artes plásticas no mundo inteiro.

O Drácula foi criado em 1897 em cima de uma figura histórica, Vlad Tepes III, conhecido também como Príncipe da Valáquia, Vlad, o Empalador, Vlad III Draculea (grafado também como Drakulya) ou Vlad Țepeș. Seu pai, Vlad II pertencia à Ordem dos Dragões (Draculs), onde dracul significa filho do dragão em romeno. Isso é muito bem explicado no livro O Historiador (o segundo da Trilogia Drácula, lançado entre o livro original (Drácula) e Drácula, o Morto-Vivo). O primeiro livro é de autoria Bram Stoker, o segundo (de 2005) é de autoria de Elizabeth Kostova e o terceiro (de 2009) é de autoria de Dacre Stoker e Ian Holt, ambos os últimos, respectivamente, sobrinho-bisneto e historiador de Bram Stoker.

Determinados chargistas fazem charges políticas (a política faz parte da história antiga ou atual de um país ou território, sendo que o Brasil, os Estados Unidos e a Argentina são grandes e ótimos exemplos disso). No Brasil, destacam-se como chargistas políticos Ziraldo e os irmãos gêmeos Paulo Caruso e Chico Caruso, este último pai do artista multimídia Fernando Caruso (bastante famoso como profissional de audiovisual).
(Quem souber de mais exemplos de correlações entre artes e história, pode me passar por e-mail que será creditado (a) na repostagem deste artigo: saviochristi@writeme.com, saviochristi1@ciudad.com.ar e saviochristi@mail.com)