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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Caricatura e realismo: dois lados e vertentes da mesma moeda!

Bem, sabem que a caricatura é um termo que vem do italiano, caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção) e que o realismo é um termo que vem da morfologia de real + ismo.
De certa forma, ambas são vertentes da mesma raiz: enquanto a caricatura é um desenho extremamente exagerado, fantasioso e surreal, o realismo é um desenho muito mais moderado, centrado e natural.

A caricatura nem sempre é vista com bons olhos, pelo que muitos dos caricaturados enxergam e interpretam suas versões desenhadas como sendo uma humilhação e insulto.
Mas existem caricaturas de primeira qualidade, sim, não todas, certamente e evidentemente, tudo depende bastante de quem as está criando na hora, bem como de seu impacto original.
Já o realismo é uma espécie de versão traçada da pessoa original, reproduzindo acertivamente e fidedignamente todas as características originais dessa pessoa.
E assim como acontece com a caricatura, nem todas as versões reais dos outros ficam legais, porém, mais uma vez, tudo depende bastante de como serão a iniciativa e posicionamento originais de quem o está produzindo.

Pessoalmente, acredito que ainda exista um mercado relativamente forte, poderoso e ousado para ambas as técnicas: os problemas são, a meu ver, as faltas de reconhecimento, respeito e valorização referentes ao ilustrador e de editores de jornais, revistas e livros capazes de assimilar, compreender e entender a real essência daquilo que está sendo desenhado.

De qualquer forma, para quem gosta de fazer esses desenhos todos, não faltaram chances, ocasiões e oportunidades de colher os frutos de todos os seus esforços, sacrifícios e tentativas: se, afinal de contas, além de que aquilo que é bom costuma vir com o tempo, não adianta ficar com essa pressa toda para alcançar e atingir o brilho e glória pessoais.

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