segunda-feira, 10 de abril de 2017

As versões pós-finais dos roteiros para meus vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos.

Tirinhas, charges e cartuns: origens, significados e diferenças, vídeo 1 de 5, parte 1 de 2.

Tirinha (comic strip em inglês e tira de prensa em espanhol): história em quadrinhos de curta duração, com os quadros (que costumam variar entre um e cinco, sendo três o mais comum) dispostos e organizados em forma de uma tira, como o próprio nome já implica, humorística ou não. A tirinha critica os valores da sociedade. Existem três tipos de tirinhas: as tiras diárias (daily strips em inglês e tiras diarias em espanhol), geralmente, impressas em pequenas quantidades e em preto e branco devido ao ritmo de publicação (embora algumas em cores) e contendo entre um e cinco quadros (sendo três o mais comum) na horizontal (embora algumas na vertical), as pranchas dominicais (Sunday boards em inglês e planchas dominicales em espanhol), geralmente impressas em grandes quantidades, em cores (embora algumas em preto e branco) e com um maior número de quadros que ocupam uma página inteira e as yonkomas (yonkomas também em inglês e espanhol), de origem japonesa, com quatro quadros na vertical (embora algumas na horizontal) e que sempre tratam de temas sérios, mas de forma humorística. Etimologia: do inglês americano, comic strip, tira de história em quadrinhos (ou tira de banda desenhada em Portugal e Angola).

Charge (charge também em inglês e espanhol): história em quadrinhos de curta duração, geralmente, ocupando um único quadro, contendo uma sátira ou mensagem em vez de uma história e sendo humorística (embora algumas com mais de um quadro, com histórias e não sendo humorísticas). A charge critica as pessoas e coisas da contemporaneidade e surgiu como manifesto político na França contra a realeza no ano de 1801, quando o governante ainda era o Rei Luís Filipe I da França. Etimologia: do francês franco-belga, charger, carga, exagero ou ataque violento (carga de cavalaria). Não confundir com Chargé (comuna da França).

Cartum (cartoon em inglês e cartón em espanhol): história em quadrinhos de curta duração, geralmente, ocupando um único quadro, contendo uma sátira ou mensagem em vez de uma história e sendo humorística (embora algumas com mais de um quadro, com histórias e não sendo humorísticas). O cartum critica as situações do cotidiano e surgiu depois que foi promovido um concurso de desenho no Reino Unido organizado pela realeza no ano de 1941, onde os primeiros cartuns foram produzidos em pedaços de cartão grandes, quando o governante ainda era o Rei Jorge IV do Reino Unido. A revista Punch, no ano de 1843 foi quem popularizou o termo cartoon. Devido às semelhanças entre os primeiros curtas-metragens de animação e os cartuns impressos e publicados na época, o nome cartoon em inglês também se refere ao desenho animado, por extenso, animated cartoon. A mesma coisa acontece em italiano e alemão, onde desenho animado se chama, respectivamente, cartone animato e animierte Cartoon. Etimologia: do inglês britânico, cartoon e este do italiano, cartone, pedaço de cartão grande, esboço, estudo, rascunho ou anteprojeto. Não confundir com Cartum (capital do Sudão).

Tirinhas, charges e cartuns: origens, significados e diferenças, vídeo 1 de 5, parte 2 de 2.

Outras referências utilizadas: diversas postagens do Yahoo! Respostas, Wikipédia e Wikcionário em português, inglês e espanhol.

Explicações semelhantes de alguns colegas do YouTube e Blogger:

(Colaboração: usuária Erin do Yahoo! Respostas Brasil e usuários Liebre Asesino e Jim do Yahoo! Respostas Estados Unidos em espanhol.)


O que são histórias completas e minisséries, vídeo 2 de 5.

História completa (complete story em inglês e historia completa em espanhol): história em quadrinhos de média ou longa duração e que dura uma única edição.
Algumas histórias completas vêm em edições normais com outras histórias, enquanto que outras são lançadas em edições especiais.

Minissérie (miniseries em inglês e miniserie em espanhol): história em quadrinhos de média ou longa duração e que se estende por duas ou mais edições, com um número pré-definido (que costuma variar entre duas a quatro, embora algumas mais extensas, assim como, por exemplo, 13). Algumas minisséries vêm com suas partes em edições normais com outras histórias, enquanto que outras são lançadas em edições especiais.

Além disso, existem histórias completas e minisséries que se tratam de prelúdios, sequências, spin-offsremakes e reboots de outras já produzidas (em inglês, preludes e sequences para ambos os primeiros, e, em espanhol, preludios e secuencias, com os outros três sendo spin-offsremakes e reboots também em inglês e espanhol).

Prelúdio é uma história que se passa antes dos eventos de outra já lançada, sequência é uma história que se passa após os eventos de outra já lançada, spin-off é uma história derivada de outra, remake é uma história que refaz a história original com o mesmo enredo inicialmente apresentado e reboot é uma história que refaz a história original sem ligação com seu enredo inicialmente apresentado.

Referências utilizadas: diversas postagens da Wikipédia e Wikcionário em português, inglês e espanhol.

O que são gibis, romances gráficos e fanzines, vídeo 3 de 5.

Gibi (comic book em inglês e tebeo em espanhol): revista de história em quadrinhos, com uma ou mais histórias completas, ou minisséries compiladas ou isoladas, ou tirinhas, charges ou cartuns compilados. Etimologia (gibi): do português brasileiro, Gibi, nome de uma antiga revista de história em quadrinhos infantil, cujo nome era uma gíria do folclore, moleque ou negrinho. Etimologia (comic book): do inglês americano, comic book, nome dado às primeiras revistas de histórias em quadrinhos publicadas nos Estados Unidos, coletâneas de tirinhas por serem muito semelhantes a livros, sendo comic a grafia alternativa de comics (história em quadrinhos em inglês) e book, livro. Etimologia (tebeo): do espanhol hispânico, TBO, nome de uma antiga revista de história em quadrinhos infantil, cujo nome era uma adaptação fonética da expressão “Te veo”, “vejo você” em português e “I see you” em inglês.

Romance gráfico (graphic novel em inglês e novela gráfica em espanhol): livro de história em quadrinhos, com uma ou mais histórias completas, ou minisséries compiladas ou isoladas, ou tirinhas, charges ou cartuns compilados.

Fanzine (fanzine também em inglês e espanhol): revista feita por amadores, contendo diversos temas, entre eles, as próprias histórias em quadrinhos, textos de ficção científica, músicas, poesias e outras coisas. Etimologia: do inglês americano, fanzinefanatic + magazine, revista de fanáticos.

Referências utilizadas: diversas postagens da Wikipédia e Wikcionário em português, inglês e espanhol.

(Colaboração: usuário Jim do Yahoo! Respostas Estados Unidos em espanhol.)

O que são amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5, parte 1 de 4.

Amerimanga
: mistura entre os estilos da história em quadrinhos americana (comics) e da história em quadrinhos japonesa (mangá). Etimologia: do inglês americano, American + manga, mangá americano.

La nouvelle manga: mistura entre os estilos da história em quadrinhos franco-belga (bande dessinée) e da história em quadrinhos japonesa (mangá). Etimologia: do francês franco-belga, la + nouvelle + manga, o romance mangá.

Americanime: mistura entre os estilos da animação americana (animated cartoon) e da animação japonesa (anime). Etimologia: do inglês americano, American + anime, anime americano.

Comics: história em quadrinhos americana ou qualquer história em quadrinhos que siga os padrões da história em quadrinhos americana. Etimologia: do inglês americano, comics, cômicos.

Mangá: história em quadrinhos japonesa ou qualquer história em quadrinhos que siga os padrões da história em quadrinhos japonesa. Etimologia: do japonês, manga, desenhos involuntários ou desenhos irresponsáveis.

Bande dessinée: história em quadrinhos franco-belga ou qualquer história em quadrinhos que siga os padrões da história em quadrinhos franco-belga. Etimologia: do francês franco-belga, bande dessinée, tira desenhada.

Animated cartoon: animação americana ou qualquer animação que siga os padrões da animação americana. Etimologia: do inglês americano, animated, animado e do inglês britânico, cartoon e este do italiano, cartone, pedaço de cartão grande, esboço, estudo, rascunho ou anteprojeto.

Anime: animação japonesa ou qualquer animação que siga os padrões da animação japonesa. Etimologia: do japonês, anime, sendo este derivado do inglês americano, animation, animação ou do francês franco-belga, animée, animado.

O que são amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5, parte 2 de 4.


A seguir, algumas das principais características dos comics / animated cartoon, mangá / anime e bande dessinée:


Comics / animated cartoon:
Mangá / anime:
Bande dessinée:
Geralmente em cores, embora alguns autores se consagrem com histórias em preto e branco (comics).
Sempre em preto e branco (mangá).
Sempre em cores.
Geralmente produzido em papel de luxo, embora alguns gibis, romances gráficos e fanzines sejam produzidos em papel reciclado e papel jornal (comics).
Sempre produzido em papel reciclado e papel jornal de boa qualidade (mangá).
Sempre produzida em papel de luxo.
Seus super-heróis costumam usar apelidos e fantasias.
Seus super-heróis costumam usar os próprios nomes ou parte deles e trajes típicos de seus países ou profissões.
Seus super-heróis costumam usar os próprios nomes ou parte deles e trajes típicos de seus países ou profissões.
Geralmente, não possuem começo, meio e fim definidos, embora existam edições especiais e únicas com histórias completas e minisséries a par das numerações normais (comics) e filmes, especiais de TV e minisséries de TV (animated cartoon), e, de vez em quando, algum remake ou reboot de ficção.
Sempre possuem começo, meio e fim definidos, sendo que muitos mangás e animes já surgem com o número de edições (mangá) e episódios (anime) pré-definido.
Geralmente, possui começo, meio e fim definidos, sendo editado em forma de um número indefinido de romances gráficos, diferenciados pelo título original de cada história, saindo um novo volume de cada série por ano.
Dependendo do comics ou animated cartoon, o desenho pode ser mais caricato ou mais realista.
O desenho mistura caricatura e realismo, com as personagens de olhos grandes para aumentar a própria expressividade.
O desenho é uma caricatura.
As tirinhas são tiras diárias e pranchas dominicais (comics).
As tirinhas são yonkomas (mangá).
As tirinhas são tiras diárias e pranchas dominicais.
Existem muitos comics e animated cartoons com temáticas adolescentes e adultas, mas não possuem subgêneros próprios.
Existem muitos mangás e animes com temáticas adolescentes e adultas específicas e exclusivas, assim como, por exemplo, os shounen e shoujo (para adolescentes) e os hentai (para adultos).
Existem muitas bandes dessinées com temáticas adolescentes e adultas, mas não possuem subgêneros próprios.

O que são amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5, parte 3 de 4.


Comics / animated cartoon:
Mangá / anime:
Bande dessinée:
As histórias completas e minisséries são sempre editadas em forma de gibis, romances gráficos e fanzines, com o tamanho podendo variar entre pequeno, médio, grande e gigante (comics).
Geralmente, as histórias completas e minisséries são editadas em forma de livros de bolso, embora alguns ainda sejam um pouco maiores (mangá).
Sempre editada em forma de romance gráfico, saindo um novo álbum por ano de cada série.
Os americanos investem bastante em qualquer gênero narrativo em seus comics e animated cartoons.
Os japoneses investem mais na ação, aventura, drama, fantasia, ficção científica e romance em seus mangás e animes, embora, ainda, gostem muito do erótico, guerra, policial, sobrenatural, suspense e terror, evitando a comédia.
Os franco-belgas investem mais na ação, aventura e policial em suas bandes dessinées.
São comuns gibis e romances gráficos coletando diversas histórias completas e minisséries ou tirinhas, charges e cartuns (comics).
De vez em quando, saem coletâneas de histórias originais mais antigas, embora tal fato não seja frequente ou comum (mangá).
Cada romance gráfico possui uma história completa diferente.
Sempre lido da esquerda para a direita (comics).
Sempre lido da direita para a esquerda (mangá).
Sempre lida da esquerda para a direita.
Dependendo do comics ou animated cartoon, o traço pode ser mais leve e fino ou mais pesado e grosso.
Geralmente, o traço é mais leve e fino.
Geralmente, o traço é mais pesado e grosso.

Prefiro mangás e animes a comics animated cartoons e bandes dessinées: o fato de serem em preto e branco (mangás) faz com que despertem mais e melhor nossa imaginação; a meu ver, os olhos grandes são bastante atraentes, além de as temáticas serem diferentes e interessantes; as batalhas também atraem minha atenção, o que não significa que os outros não me pareçam muito bons, muito pelo contrário.

O que são amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes, vídeo 4 de 5, parte 4 de 4.

Referências utilizadas: https://books.google.com.br/books?id=OUCDAwAAQBAJ&pg=PT477&lpg=PT477&dq=%22amerimanga%22+%22la+nouvelle+manga%22+%22americanime%22&source=bl&ots=pqB6V0O4-S&sig=CNFT56unyFGs8yC9WMoT19skQJ8&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjFr_rd4Z7SAhVIS5AKHdeZA084ChDoAQgsMAYhttps://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=23&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjFr_rd4Z7SAhVIS5AKHdeZA084ChAWCEcwDA&url=http%3A%2F%2Fwww.bobbygs.info%2Fmodules.php%3Fname%3DMovies%26page%3DAmerime.html&usg=AFQjCNHVVxWH6TmucT6uP-FJYudxy591cQ&sig2=hlzsxpO25OcG4BVUorY9QA e diversas postagens da Wikipédia e Wikcionário em português, inglês e espanhol.


(Colaboração: usuário Jim do Yahoo! Respostas Estados Unidos em espanhol.)


Os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo, vídeo 5 de 5, parte 1 de 3.

Na opinião de vocês, quais as melhores traduções para o nome da história em quadrinhos ao redor do mundo e por quê? Leiam abaixo e entendam:

Eis alguns exemplos:

No Brasil, traduz-se como história em quadrinhos porque os espaços onde aparecem as cenas lembram pequenos quadros. O nome também pode ser “historinha” em uma aproximação do nome usado na Espanha, no México, na Argentina e no Chile: historieta.

Em Portugal e Angola, banda desenhada em uma tradução aproximada do nome usado na França, na Bélgica, na Suíça e em Quebec: bande dessinée. O nome também pode ser “história aos quadradinhos” em uma aproximação do nome usado no Brasil.

Na Espanha, no México, na Argentina e no Chile, historieta porque é uma pequena história. O nome também pode ser cómic em uma aproximação do nome usado nos Estados Unidos e demais países anglófonos – comics, ou o nome original em inglês.

No México, muñequitos porque as personagens se parecem com bonequinhos, que é a tradução literal do nome usado. O nome também pode ser cómico em uma aproximação do nome usado nos Estados Unidos e demais países anglófonos, que é comics.

Em Cuba, monos ou monitos em uma aproximação do termo usado no México.

Nos Estados Unidos e demais países anglófonos, comics porque as primeiras histórias em quadrinhos publicadas nos Estados Unidos eram cômicas. O nome também pode ser comic.

Na Alemanha, Áustria, Suíça e Liechtenstein, Comic em uma equivalência ao nome usado nos Estados Unidos e demais países anglófonos.


Os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo, vídeo 5 de 5, parte 2 de 3.

Nas Filipinas, komiks em outra equivalência ao nome usado nos Estados Unidos e demais países anglófonos.

No Japão, mangá porque significa desenhos involuntários ou desenhos irresponsáveis.

Na China, manhua em uma aproximação do nome usado no Japão.

Na Coreia do Sul e na Coreia do Norte, manhwa em outra aproximação do nome usado no Japão.

Na Indonésia, maqita em uma nova aproximação do nome usado no Japão.

Na França, na Bélgica, na Suíça e em Quebec, bande dessinée porque significa tira desenhada em referência ao fato de que as primeiras histórias em quadrinhos publicadas na França e Bélgica eram tirinhas.

Na Itália, fumetto porque significa “fumacinha“ em referência aos balões de falas, pensamentos, e, às vezes, cantorias, que se parecem com pequenas fumaças.

Na África do Sul, strokiesprente por motivos que ainda não identifiquei, quem souber, por favor, avise-me e será devidamente creditado, além de, ainda, receber meu muito obrigado, meus parabéns e um abraço, somente não se esqueça de me indicar qual foi a referência utilizada.

Comics não foi uma boa escolha porque eles não pensaram que poderiam surgir depois histórias mais sérias e bande dessinée porque também não pensaram que poderiam surgir depois histórias completas e minisséries.

Os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo, vídeo 5 de 5, parte 3 de 3.

Os melhores nomes a meu ver foram mangá e fumetto, já que os considero perfeitos e sublimes.

E para vocês, quais os melhores nomes da história em quadrinhos no mundo todo e por quê?

Observação: Gibi, comic book e tebeo não são sinônimos de história em quadrinhos em português, inglês e espanhol, mas são formas de denominar revistas de história em quadrinhos em cada idioma em questão. Gibi é uma gíria do folclore brasileiro e significa “moleque” ou “negrinho”, também o nome de uma revista infantil do Brasil com diversas histórias em quadrinhos. Esse nome acabou se tornando sinônimo genérico da revista de história em quadrinhos em português, enquanto comic book é um nome que surgiu porque as primeiras revistas de histórias quadrinhos dos Estados Unidos eram coletâneas de tirinhas, bastante similares a livros, sendo comic a variante ortográfica de comics, conforme já explicado logo no começo da postagem; e tebeo, um nome pronunciado em espanhol quase que da mesma forma do que “te veo", que quer dizer “vejo você" em português e "I see you" em inglês, foi também o nome de uma revista infantil (TBO) da Espanha com diversas histórias em quadrinhos. Esse nome acabou se tornando sinônimo genérico de revistas de história em quadrinhos em espanhol (assim como aconteceu com o nome gibi).

Referências utilizadas:
https://translate.google.com/#pt/de/hist%C3%B3ria%20em%20quadrinhoshttps://translate.google.com/#pt/af/hist%C3%B3ria%20em%20quadrinhos e diversas postagens da Wikipédia e Wikcionário em português, inglês e espanhol.

Como surgiram as ideias para meus cinco vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos, vídeo extra, parte 1 de 2.

Tudo começou quando vi os vídeos do YouTube de dois rapazes e três moças apresentando suas coleções de histórias em quadrinhos, livros e filmes. Considerei na hora fazer exatamente a mesma coisa, mas desisti após um tempo por parar, pensar, ponderar, refletir e analisar a respeito da ideia e decidir que um vídeo desses ficaria muito complicado, trabalhoso e incompleto. A ideia em si é grande e ótima, mas não creio mais que vá funcionar em meu caso, já que, além de a coleção possuir obras demais, nem todas já estão devidamente catalogadas e existem obras faltantes ou que estão espalhadas por diferentes cantos da casa.

Depois disso, vi os vídeos e li a postagem do blog de um rapaz, duas moças e outro rapaz apresentando seus materiais de desenho. Mais uma vez, considerei fazer igual, entretanto também desisti pelo mesmo motivo da ideia anterior: são materiais demais, e, igualmente, espalhados por diferentes cantos da casa.

Depois disso, tornei a parar, pensar, ponderar, refletir e analisar a respeito do que poderia ser um vídeo que atrairia bastantes curiosos de plantão. Foi aí que minha mãe, admirada, encantada e maravilhada com todas as minhas explicações das tirinhas, charges e cartuns: as origens, significados e diferenças, sugeriu-me fazer um vídeo sobre isso. Escrevi, revi e atualizei todas as explicações desse tema por ficar extremamente incomodado com toda a ignorância de bastantes internautas da Wikipédia e Wikcionário, os quais consideraram que a tirinha, charge e cartum são sinônimos, ou mesmo, derivações ou variantes umas das outras. Experimentei reverter as edições desses internautas tão ingênuos e leigos, mas minhas reversões foram todas anuladas e não adiantou nada conversar com os próprios moderadores, já que eles nada fizeram a respeito.

Como surgiram as ideias para meus cinco vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos, vídeo extra, parte 2 de 2.

A tirinha é a mais característica das três, até porque, além do formato original de uma tira, como o próprio nome já implica, ela geralmente possui mais quadros do que a charge e cartum e não segue o padrão de ser, geralmente, humorística, pois assim como existem muitas tirinhas humorísticas, há tantas outras não humorísticas. Ainda, existem três tipos de tirinhas: as tiras diárias, pranchas dominicais e yonkomas. O nome vem do inglês americano, comic strip, significando tira de história em quadrinhos. Já a charge e o cartum são quase idênticos, só que, ainda assim, cada um com seus méritos originais: se a tirinha possui o mérito original de criticar os valores da sociedade, a charge e cartum possuem os méritos originais de, respectivamente, criticar as pessoas e coisas da contemporaneidade e as situações do cotidiano.

Sempre soube que a charge e cartum eram bem diferentes, porque a charge vem do francês franco-belga, charger e significa carga, exagero ou ataque violento (carga de cavalaria), ao passo que o cartum vem do inglês britânico, cartoon e este do italiano, cartone e significa pedaço de cartão grande, esboço, estudo, rascunho ou anteprojeto. E devido às semelhanças entre os primeiros curtas-metragens de animação e os cartuns da época, em inglês, o nome cartoon também se refere ao desenho animado, ou, por extenso, animated cartoon. A mesma coisa acontece em italiano e alemão, onde o desenho animado se chama, respectivamente, cartone animato e animierte Cartoon.

De resto, a charge e cartum usam o mesmo formato: geralmente, possuem um único quadro e uma sátira ou mensagem em vez de uma história e são humorísticos, embora alguns, possuindo mais de um quadro e uma história, não o sejam. A ideia para esse vídeo foi imediatamente aprovada por meus amigos e até mesmo por quem não me conhece, o que me levou a desejar fazer outros vídeos com os temas a seguir: o que são as histórias completas e minisséries, o que são os gibis, romances gráficos e fanzines, o que são o amerimanga, la nouvelle manga e americanime e seus antecedentes e os muitos nomes da história em quadrinhos ao redor do mundo. E, sem mais, a história é esta. 

A controvérsia da história em quadrinhos, vídeo extraoficial, parte 1 de 2.

Pensei em divulgar publicamente, oficialmente e com minhas palavras o nome da primeira tirinha do mundo inteiro e o título é disputado por dois nomes completamente diferentes (ou mais até!).

Uma fonte garante que é Os Sobrinhos do Capitão (The Katzenjammer Kids ou The Captain and the Kids) (de 1897) e outra fonte garante que é The Yellow Kid (de 1895). Outra fonte um tanto menos genérica garante não que Krazy Kat (de 1913) foi a primeira propriamente dita, mas sim a primeira para adultos.

Pela lógica, a primeira seria The Yellow Kid, só que já li em outra fonte que ela teria surgido em 1897, mesmo ano do que Os Sobrinhos do Capitão. Fonte bem controversa por sinal, já que diz a primeira também pode ter sido Comic Cuts (de 1890, um gibi). Outras fontes garantem ora 1894, ora 1986.


Quanto ao mais, as primeiras tentativas de se produzir histórias unindo textos e imagens já teriam surgido em 400.000 a.C. com as pinturas rupestres.

Agora, a charge e o cartum (que também são histórias em quadrinhos, pois contém desenhos em quadros, personagens estáticas e falas e pensamentos dentro de balões, narrações e placas, dependendo de como for cada uma) são, de qualquer forma, muito mais antigas do que a tirinha: elas são de 1801 e 1841, respectivamente, sendo que o cartum se popularizou em 1843.

Leiam mais detalhes e informações, incluindo as referências utilizadas no roteiro de meu primeiro vídeo (Tirinhas, charges e cartuns: origens, significados e diferenças, vídeo 1 de 5).

 E bem, pelo que eu entendi, a primeira história em quadrinhos propriamente dita já surgiu em forma de tirinha, mas isso ainda não garante a titularidade da primeira em termos de nome!

Nesse caso, como faço para escrever sobre qual foi a primeira tirinha se não posso ter certeza de seu nome?

Créditos de meus cinco vídeos didáticos sobre a história em quadrinhos e vídeos extra e extraoficial.

Pesquisa e seleção de material e criação da arte do canal: Sávio Christi.

Edição da arte do canal: Patrick Pereira, Samara Souza e Pamela Marins.

Colaboração: Erin (vídeo 1), Liebre Asesino (vídeo 1) e Jim (vídeos 1, 3 e 4) do Yahoo! Respostas, a primeira do Yahoo! Respostas Brasil e ambos os últimos do Yahoo! Respostas Estados Unidos em espanhol.

Revisão de texto: Marihá Castro e Iana Cordeiro.


Agradecimentos especiais: a todos os meus parentes e amigos que acreditaram, confiaram e deixaram em mim desde o começo, sendo ou não artistas e a nove colegas do YouTube e do Blogger (seis do YouTube e três do Blogger), que fizeram explicações semelhantes às do vídeo 1.

Como produzir bons desenhos em caricatura, realismo, design e caricatura realista, vídeo especial.

Caricatura (do italiano, caricatura também, sendo este derivado do próprio italiano, caricare, carregar): O desenho é o mais exagerado possível (para mais ou para menos), visando realçar os aspectos faciais do retratado. Ele também é, por vezes, extremamente burlesco e grotesco. Na caricatura, aumenta-se o que já é grande, diminui-se o que já é pequeno, aproxima-se o que já está perto e se distancia o que já está longe. (Colaboração: Gabriel Basílio do grupo do Facebook Bate-papo Ilustrado.)


Realismo (da morfologia entre o adjetivo real e o sufixo -ismo): O desenho (que pode ser de qualquer pessoa, lugar ou coisa) é o mais próximo possível da realidade. No realismo, os olhos e a boca são um pouco menores e o queixo é um pouco maior. (Colaboração: Davi Júnior do grupo do Facebook Bate-papo Ilustrado.)

Design (do latim, designare, desenvolver ou conceber ou do próprio latim, signum, marca ou sinal): O desenho (que é muito mais técnico do que artístico e também pode ser de qualquer pessoa, lugar ou coisa, embora ainda funcione bem mais e melhor em lugares e coisas artificiais a naturais) lida com bastantes retas e curvas, principalmente com curvas. Não tem mistério.

Caricatura realista (da morfologia entre o substantivo caricatura e o adjetivo realista): O desenho é bem prático e simples: basta misturar alguns dos principais aspectos oficiais e originais da caricatura e do realismo.


Referências utilizadas: diversas postagens da Wikipédia e Wikcionário em português.


Tirinhas, charges e cartuns: desvendando fatos e mitos, 1ª. versão, parte 1 de 2.

Bem, fiz um vídeo chamado Tirinhas, charges e cartuns: origens, significados e diferenças, vídeo 1 de 5 e mais de 1600 pessoas o assistiram. Infelizmente, muita gente não entendeu a coisa toda.
Primeiro de tudo, a charge e o cartum não são estilos de desenho: já vi muitos professores ensinando a desenhar em charge e em cartum e isso, com todo o devido respeito e sem existir qualquer tipo de ofensa, não faz sentido. O que faz uma charge ou um cartum ser inconfundível é o que está escrito ou roteirizado, não o que está desenhado.


Usarei meus trabalhos como exemplos: eu produzo histórias completas e minisséries da dupla nonsense Albert & Einstein (criação original minha que satiriza as pessoas inteligentes que se passam por ignorantes) com um traço inconfundível (mas que já foi reproduzido por alguns discípulos e plagiadores), traço este que já foi misturado ao traço do mangá e do desenho básico também (e que, mesmo assim, ainda me identifica).


O mesmo traço das histórias completas e das minisséries é utilizado nas tirinhas, nas charges e nos cartuns da dupla (com as yonkomas (tirinhas de origem japonesa) tendo o traço original misturado ao do mangá). É como já havia mencionado no vídeo original: a tirinha critica os valores da sociedade, a charge critica as pessoas e coisas da contemporaneidade e o cartum critica as situações do cotidiano. Fora que nenhum dos três precisa ser humorístico (a tirinha que o diga): eles podem ser dramáticos ou trágicos, por exemplo (eu mesmo já fiz alguns assim).


Tirinhas, charges e cartuns: desvendando fatos e mitos, 1ª. versão, parte 2 de 2.


A tirinha, por sinal, é a única das três que costuma vir em série, bem como ter sequências onde a próxima continuará o enredo de onde parou a atual. A charge e o cartum, talvez, por costumarem só ter um quadro e uma sátira ou uma mensagem em vez de uma história, cada qual se conclui na mesma página onde se começou.


A propósito: não confundir o cartum impresso e publicado em jornais, em revistas e em livros com a animação americana (animated cartoon) e vice-versa. Esta última, sim, é um estilo de desenho.


E em tempo: a caricatura como desenho individual não deve ser comparada à tirinha, à charge e ao cartum: ela é só um desenho isolado.


Agora, algumas tirinhas, charges e cartuns são feitos em uma espécie de caricatura, assim como outras são feitas em uma espécie de realismo. E, se forem em mangá, por exemplo, são feitos em uma espécie de caricatura realista.


(Edição final: usuário Leo NightCoreBR do Yahoo! Respostas Brasil.)

Tirinhas, charges e cartuns: desvendando fatos e mitos, 2ª. versão, parte 1 de 2.

Bem, fiz um vídeo chamado Tirinhas, charges e cartuns: origens, significados e diferenças, vídeo 1 de 5 e mais de 1700 pessoas o assistiram (incluindo alguns haters). Infelizmente, muita gente não entendeu a coisa toda.


Primeiro de tudo, a charge e o cartum não são estilos de desenho; nem precisam se basear em pessoas reais: já vi muitos professores ensinando a desenhar em charge e em cartum e isso, com todo o devido respeito e sem existir qualquer tipo de ofensa, não faz sentido. O que faz uma charge ou um cartum ser inconfundível é o que está escrito ou roteirizado, não o que está desenhado. Além disso, cartunista é quem faz cartuns, não todo quadrinista.


Usarei meus trabalhos como exemplos: eu produzo histórias completas e minisséries da dupla nonsense Albert & Einstein (criação original minha que satiriza as pessoas inteligentes que se passam por ignorantes) com um traço inconfundível (mas que já foi reproduzido por alguns discípulos e plagiadores), traço este que já foi misturado ao traço do mangá e do desenho básico também (e que, mesmo assim, ainda me identifica).


Tirinhas, charges e cartuns: desvendando fatos e mitos, 2ª. Versão, parte 2 de 2.


O mesmo traço das histórias completas e das minisséries é utilizado nas tirinhas, nas charges e nos cartuns da dupla (com as yonkomas (tirinhas de origem japonesa) tendo o traço original misturado ao do mangá). É como já havia mencionado no vídeo original: a tirinha critica os valores da sociedade, a charge critica as pessoas e coisas da contemporaneidade e o cartum critica as situações do cotidiano. Fora que nenhum dos três precisa ser humorístico (a tirinha que o diga): eles podem ser dramáticos ou trágicos, por exemplo (eu mesmo já fiz alguns assim).


A tirinha, por sinal, é a única das três que costuma vir em série, bem como ter sequências onde a próxima continuará o enredo de onde parou a atual. A charge e o cartum, talvez, por costumarem só ter um quadro e uma sátira ou uma mensagem em vez de uma história, cada qual se conclui na mesma página onde se começou.


A propósito: não confundir o cartum impresso e publicado em jornais, em revistas e em livros com a animação americana (animated cartoon) e vice-versa. Esta última, sim, é um estilo de desenho.


E em tempo: a caricatura como desenho individual não deve ser comparada à tirinha, à charge e ao cartum: ela é só um desenho isolado (e que descobri recentemente que, também, não precisa ser humorístico). Agora, algumas tirinhas, charges e cartuns são feitos em uma espécie de caricatura, assim como outras são feitas em uma espécie de realismo. E, se forem em mangá, por exemplo, são feitos em uma espécie de caricatura realista.

Trajetórias de minhas três principais criações, parte 1 de 3.


Albert & Einstein (conhecidos também como a Dupla do Barulho): o ano era o de 
1994 e eu, já com alguma experiência e habilidade com o desenho e observando 
os perfis de alguns colegas de escola e até mesmo o meu, decidi criar uma 
dupla satirizando as pessoas inteligentes se fazendo de ignorantes. O nome da 
dupla, cuidadosamente escolhido já diz tudo e muito mais: nenhum outro nome 
seria tão ou mais apropriado do que Albert & Einstein realmente. No começo, só 
fazia alguns desenhos e historinhas individuais, até que, em 2000, iniciei dois 
projetos (que ganharam mais conteúdo em 2009), que, ao lado de um terceiro, 
este de 2003, definiriam de vez a dupla: as coletâneas Tirinhas de Albert & 
Einstein e Sua Turma (em papel A3) e Contos e Rapidinhas de Albert & Einstein 
e Sua Turma (no computador) e a edição piloto Albert & Einstein a Dupla do 
Barulho em: A Pilantragem, esta última com um remake, Albert & Einstein em: 
A Pilantragem, feito em 2006, respectivamente. Em 2006, saíram as séries 
de quadrinhos Albert & Einstein e A Dupla do Barulho, esta última surgida 
para colocar mais historinhas. Depois disso, a dupla passou a estrelar 
edições especiais (incluindo a coletânea As Novas Tirinhas, Charges e 
Cartuns de Albert & Einstein (9 volumes), de 2018 e a história completa 
Albert & Einstein e Metarfos no Mundo Real, também de 2018), as séries 
de atividades Pacatempos e Pintando a Cerca, desde 2007 e 2010, 
respectivamente,  a também série de quadrinhos Almanaque Albert & 
Einstein e Cia., desde 2006 ainda, livros (Os Romanoz e Albert & Einstein, 
Os Torres 1 e Os Torres 2, os três de 2018) e mais desenhos e historinhas 
individuais, sem esquecer uma nova série de quadrinhos, Albert & Einstein 
e os Romanoz em Amerimanga (em estilo mangá), esta última desde 2018 
ainda. Também vale destacar a aparição dos dois na série Jumara Molo a 
Afilhada, desde 2009, onde sofrem nas mãos de Jumara Molo, afilhada de 
seus pais e de Genius, seu primo intelectual de quinto grau. Outras duas 
séries de quadrinhos da dupla são A Turma do Barulho e Folias , desde 
2008 e 2009, respectivamente, ambas misturando os diferentes universos 
de personagens dos irmãos (assim como em Almanaque Albert & Einstein 
e Cia., mas com o número de páginas igual aos das séries originais), com 
a diferença de que a segunda não apresenta os protagonistas. Os irmãos 
não levam a vida e os estudos a sério, querem passar de ano sem 
estudarem, divertem-se pregando pegadinhas nos outros e se fazem de 
ignorantes. A história mistura comédia e drama.

Trajetórias de minhas três principais criações, parte 2 de 3.


Os Amigos do Universo (conhecidos também como os Detetives Espaciais): já tinha se passado quase dez anos desde que criei a dupla nonsense Albert & Einstein e decidi criar outra coisa para variar um pouco. Como sempre fui fascinado por histórias de detetive e aventuras espaciais, decidi que seria a ideia perfeita criar uma nova história com ambas as temáticas. Inicialmente, fiz dois desenhos individuais, onde retrarei os primeiros agentes: Capitão Cosmo, Marck o Marciano, KX9 o Robô e Estela a Cadela, esta última surgida no segundo desenho. Em seguida, iniciei a série de quadrinhos Os Amigos do Universo no mesmo ano. Nessa série, surgiram, aos poucos, os agentes Princesa Astral, Misse Celesta e Cosmo Júnior. Em adição aos ditos heróis principais, também têm um relativo destaque o chefe da equipe (Comandante Gálax), os três colaboradores (Professor Sidéreo e Galac & Tico os Policiais) e o banco de dados (Logus Mícron, surgido no meio da série). Com o tempo, surgiram as sequências, todas com pouco mais da metade de páginas da série original, que possui 68 páginas por edição: Um Conto dos Amigos do Universo, desde 2007 (introduzindo a agente Madame Íris), A Princesa Astral, desde 2010 (introduzindo a agente Dona Saturdia enquanto o resto da equipe está de férias), Os Detetives Espaciais, desde 2011 (reunindo a equipe toda) e Arigatô aos Amigos do Universo, desde 2016 (em estilo mangá e ambientada no planeta Niponeia após uma chuva de meteoritos cósmicos), mais o livro Os Corajosos Amigos do Universo, de 2016 e reimpresso em 2018 (situado entre Os Detetives Espaciais e Arigatô aos Amigos do Universo). Arigatô aos Amigos do Universo se destaca por fazer crossovers com pessoas reais e personagens de outros autores e empresas, algo que, até então, não acontecia na franquia. Em 2018, foi iniciada uma nova série: Olá aos Amigos do Universo (um reboot da franquia, com textos e desenhos renovados). Sem esquecer as edições especiais, desde 2010, mais suas aparições em desenhos e historinhas individuais. Destaque para a ausência de poderes, habilidades e armas especiais, tornando tudo ainda mais diferente e interessante. Os agentes percorrem diversos cenários da geografia, astronomia e espaço atrás de muitos vilões. A história mistura policial e aventura.


Trajetórias de minhas três principais criações, parte 3 de 3.

Os Romanoz (conhecidos também como a Maior Banda Musical do Pedaço): mais de uma década inteira após o surgimento da dupla nonsense Albert & Einstein e menos de meia década inteira após o surgimento da equipe de patrulheiros espaciais os Amigos do Universo, decidi dar início a uma série de livros com o objetivo de explorar algo pouco ou nada explorado na literatura: a rotina de uma banda musical. Surgiram então os Romanoz (os irmãos Rômulo (guitarra), Remo (bateria), Romão (vocal) e Renata (flauta)), satirizando as maiores bandas musicais da atualidade. Na verdade, já tinha feito um esboço dos três irmãos mais velhos em 2005, onde as cores do cabelo e dos olhos e os próprios penteados em si eram outros. A Renata entrou para a banda ao final do primeiro livro. Os Romanoz não possuem a própria série original de quadrinhos, mas já existem em histórias completas e minisséries desde 2008, incluindo o nono e último volume da já mencionada coletânea As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma, onde a própria banda toma o posto de protagonista, e, até mesmo, uma edição especial da já mencionada série de atividades Pacatempos, também como protagonista. A banda ainda é mencionada em outras histórias, assim como, por exemplo, Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real. Destaque ainda para o livro Os Romanoz e Albert & Einstein, que, embora não seja o primeiro crossover entre ambas as séries, é o mais consistente e substancial. Sem esquecer a também já mencionada série de quadrinhos Albert & Einstein e os Romanoz em Amerimanga (em estilo mangá), mais suas aparições em desenhos e historinhas individuais. Os irmãos passam por bastantes problemas em sua vida pessoal, profissional e sacal e lidam com inimigos, desafetos e rivais. A história mistura comédia e musical.

Aspectos básicos de meus dois projetos mais relevantes, parte 1 de 3.

Outro vídeo falando sobre meu trabalho como autor de personagens e histórias, este falará da coletânea As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein (9 volumes) e da história completa Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real (remanescente da coletânea).

As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma: observando como tirinhas, charges e cartuns fazem tanto sucesso, decidi fazer uma coletânea com material 100 % inédito e original, valorizando a ausência de violação de direitos autorais, de conteúdo politicamente incorreto e de tema clichê demais. Além disso, a coletânea traz os três tipos de tirinhas: as tiras diárias, as pranchas dominicais e as yonkomas, estas últimas de origem japonesa, além de algumas páginas em cores e não humorísticas. Inicialmente, estavam previstos apenas três volumes (As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma, Volumes 1, 2 e 3, cada qual com 32 páginas de quadrinhos de curta duração), foi com o tempo que surgiu a ideia de fazer mais seis (As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma, Volume Extra, The New Comic Strips, Charges and Cartoons of Albert & Einstein and Their GangLas Nuevas Tiras de Prensa, Charges y Cartones de Albert & Einstein y Su Pandilla, As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma, Volume Jumbo, As Notícias de Albert & Einstein e Sua Turma e As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns dos Romanoz e Sua Turma, sendo que o antepenúltimo volume traz 64 páginas de quadrinhos, o penúltimo traz 19 páginas de notícias fictícias (3 delas duplas) e uma de tirinha (yonkoma) e os demais volumes seguem o mesmo modelo dos três primeiros). A coletânea é notória por reunir personagens bem habituais, personagens já existentes e que nunca ou raramente apareceram previamente e personagens estreantes. Nos oito primeiros volumes, além da própria dupla nonsense Albert & Einstein, também são as grandes estrelas Metarfos e Samambaia (um casal metamórfico, sendo ele um alienígena do planeta Quilpirsto e de personalidade bem mais bem-humorada e brincalhona e ela uma meta-humana que ingeriu uma mistura de fórmulas químicas achando serem sucos e de personalidade bem mais séria e sistemática), Cuca o Detetive (que possui uma incrível capacidade de raciocínio rápido, muito raramente perdendo contra algum vilão) e Cátia a Fantasma (que é boazinha, não assusta quase ninguém e é extremamente agradável e simpática). Já no último volume, que cede a vez à banda musical os Romanoz, ainda são as grandes estrelas Tânia & Raquel (uma dupla de felinas que sempre se mete em confusões, sendo que a primeira tem problemas de relacionamento com a mãe, que lhe dá pouca liberdade e a trata como criança e com a irmã mais velha, que pensa que ela é uma débil e a segunda também tem problemas com a mãe, que é contra seu namoro). Este último volume ainda se destaca por trazer reproduções em yonkomas das famosas misturas de estilos do mangá e do anime com os estilos de outros países: amerimangala nouvelle manga e americanime. Por erro de principiante, coloquei inicialmente Tiras Cômicas (ou Tiras Cómicas no volume em espanhol) em vez de Tirinhas (ou Tiras de Prensa no dito volume), já que comic em inglês é tanto história em quadrinhos quanto cômico e nem todas as tirinhas são humorísticas.

Aspectos básicos de meus dois projetos mais relevantes, parte 2 de 3.

As Novas Tirinhas, Charges e Cartuns de Albert & Einstein e Sua Turma (continuação): personagens estreantes de destaque incluem o ator, dublador e cantor Abelardo "Abel" Vicenzio (baseado nos atores, dubladores e cantores dos eventos de anime e responsável por, ao lado da também estreante banda musical as Descoladas (Beatriz (vocal e violão), Maria Clara (bateria) e Michelly (triângulo)), baseada em três ex-alunas da escola onde fiz o nível fundamental e duas séries abaixo da minha), interpretar no Brasil os temas de abertura de três animes fictícios: Fateful Fighters (Combatentes do Destino), Buster Boxers (Boxeadores Colossais) e O Extermínio Externo, sendo ambos os primeiros homenagens aos jogos de luta e o terceiro uma homenagem aos filmes de zumbi), a dupla de artistas Nubibella e Daniarte (baseadas na Núbia e Daniele de um site de perguntas e respostas, a primeira consultora de seguros, escritora e cantora, além de proprietária da empresa Nubibella: Como Estou Dirigindo? e a segunda costureira, artesã, poetisa e pintora, além de proprietária das empresas Artana Criações e Daniarte Modelagem e Criação) e a atriz, cantora, instrumentista, dançarina e compositora Emengarda Colatto (a versão feminina de Abelardo "Abel" Vicenzio, sabendo tocar muitos instrumentos e com especial predileção pelo teclado). Existem mais personagens estreantes, mas falar de todo mundo faria o vídeo ficar enorme. Outra coisa que merece destaque na coletânea é que, primeiro, ela será lançada em forma de gibis, para que, depois, possa ser lançada em jornais e revistas especializadas, talvez, até compilada em um ou mais romances gráficos após algum tempo. O mais comum é, justamente, o contrário: tirinhas, charges e cartuns saírem antes em jornais e revistas especializadas até que sejam compilados. Algumas criações minhas foram drasticamente rebatizadas em inglês e espanhol, assim como, por exemplo, Senhor Souza (patrão de Seu Pedro, pai da dupla) passou a ser Mister Smith em inglês (já que Souza inexiste em inglês e Smith tem a mesma inicial), Bárbara a Borboleta passou a ser Paloma la Palomilla em espanhol (para manter a aliteração) e Lila a Libélula passou a ser Drew the Dragonfly em inglês (também para manter a aliteração). Samambaia continua como Samambaia em inglês e espanhol, já que achei que não ficaria legal alterar o nome dela (ainda mais que um dos motivos de ela ser chamada de Samambaia é por seu real nome ser Samanta, os outros dois são os fatos de a samambaia ser uma planta com células multiplicadoras e Samambaia ser o nome de uma cidade-satélite onde já morou meu irmão seis anos mais velho). E, válido de curiosidade, samambaia é fernbracken ou brake em inglês e helecho em espanhol.

Aspectos básicos de meus dois projetos mais relevantes, parte 3 de 3.

Albert & Einstein e Metarfos e Samambaia no Mundo Real: a ideia não é exatamente recente, posto que foi, inicialmente, idealizada em 2009. Mas acabei ficando muito desanimado depois de uma série de problemas pessoais e decidi então dar um tempo (o que foi até bom, considerando que, além de meus desenhos não terem sido tão bons assim naquela época, ainda deu para colocar personagens que não havia criado ainda). Embora já existam vários filmes com a temática de personagens de ficção indo parar no mundo de pessoas de carne e osso, não me amparei em nenhum deles para criar esse enredo, até fiz a história de aleatoriedade e improviso. Um acidente científico transporta a dupla nonsense e o casal metamórfico para o mundo real, onde descobrem que já não são mais os mesmos. Agora, cabe aos quatro descobrirem uma forma de retornarem para casa. Cenas do mundo real em estilo desenho básico. A narrativa se destaca por diversos motivos: além do óbvio fato de que a dupla não já não são mais os mesmos patéticos e ridículos de sempre e o casal já não é mais metamórfico, a dupla acaba descobrindo o segredo do casal (que sempre negou ao máximo que não era estranho, sem convencer a dupla), os quatro conhecem "pessoalmente" as pessoas que inspiraram a banda musical as Descoladas (chegando até ao ponto de confundir o trio com as próprias personagens de seu mundo, igualmente, convertidas em pessoas reais) e um final deveras impressionante e surpreendente. Também estreiam três novos superseres com suas identidades secretas: Madira Reiner / Gralha Pálida, Cardijo Sanci / Papagaio Colorado e Robriel Circo / Ímã Arrasador, sendo ambos os primeiros um casal de namorados e o terceiro o melhor amigo e maior inimigo e rival dos outros dois. Atualmente, essa história completa é tratada como remanescente da coletânea, pois carrega muitos dos aspectos oficiais e originais dela, estando situada após seus eventos finais. Essa edição não possui páginas em branco porque fazer algumas em preto e branco e outras em cores ficaria bem estranho. Amigos meus então me convenceram a fazê-la em cores e assim ficou decidido. Ainda é, de fato, uma das melhores ideias que já tive para uma trama, por mais que a ideia em si não seja nova. Contudo, é como diz o Marco, um amigo meu daquele site de perguntas e respostas: "Semelhança não é plágio!". Engraçado que já existem, no mínimo, quatro filmes com a temática (um clássico e três modernos), sendo um deles (o segundo) de animação. A propósito: por lei, quem faz um acordo por escrito para liberar seus direitos de nome e imagem não pode pegar de volta simplesmente porque não gostou do que foi feito ou porque não quer mais que sejam usados, somente se o nome e a imagem forem deturpados ou se não forem corretamente creditados. Além disso, também por lei, alguém só é dono de um nome artístico, empresarial, de personagem ou de história se for pouco comum, nada comum, único, inédito ou nome e sobrenome e não pode coincidir de já existir um mais antigo idêntico. Digo isso porque muitos amigos meus são contra que eu utilize os nomes e as imagens dos outros, só que as pessoas cujos nomes e imagens estou utilizando me autorizaram, além de terem ficado superfelizes. As próprias Beatriz, Maria Clara e Michelly, por exemplo, adoraram a ideia de inspirarem a banda musical as Descoladas, assim como a de aparecerem "pessoalmente". Eu mesmo nunca concordei em não fazer referências ao mundo real: se fosse assim, não teríamos muitos filmes fazendo referências bem diretas a celebridades artísticas e históricas do passado.


O que é um universo compartilhado e como criar um, parte 1 de 2.



Quando vários universos de personagens são histórias dependentes mutuamente, isso se chama universo compartilhado. Um excelente exemplo disso é um dos meus, que é o dos Amigos do Universo. Ele reúne a equipe de patrulheiros espaciais os Amigos do Universo (conhecida também como os Detetives Espaciais), o combatente híbrido entre militar e máquina o Ciber-Soldado (conhecido também como o Herói Híbrido), a dupla de birutas espaciais Tião Cometa e Asteroide (conhecida também como os Malucos Espaciais) e a equipe de heróis interplanetários os Defensores Espaciais (conhecida também como os Recrutas Interplanetários).



A seguir, um pouco do que é cada universo individual:

Os Amigos do Universo: Uma equipe de patrulheiros espaciais que investiga e resolve crimes nos mais diversos cenários da geografia, astronomia e espaço. Componentes: Capitão Cosmo, Marck o Marciano, KX9 o Robô, Estela a Cadela, Princesa Astral, Misse Celesta, Cosmo Júnior, Madame Íris e Dona Saturdia; além do chefe, Comandante Gálax, dos colaboradores, Professor Sidéreo e Galac & Tico os Policiais e do banco de dados, Logus Mícron. A história é uma homenagem aos subgêneros narrativos histórias de detetive e aventuras espaciais, oriundos dos gêneros principais policial e aventura, respectivamente.




O Ciber-Soldado: Um combatente híbrido entre militar e máquina que sofreu danos irreparáveis e irreversíveis na parte direita de seu corpo e teve sua memória apagada após sofrer uma cirurgia para reparar seu corpo, tendo como chefe o Almirante. A história é uma homenagem aos heróis originais Rambo e RoboCop, criados pelo romancista canadense David Morrell e pela dupla de roteiristas, escritores e produtores americanos Edward Neumeier e Michael Miner, respectivamente.

Tião Cometa e Asteroide: Dupla de birutas espaciais que costuma se envolver em confusões e encrencas o tempo inteiro, geralmente, sem prosperidade. A história é uma ideia original surgida de aleatoriedade e improviso.

Os Defensores Espaciais: Doutor Etalien Parsário é o cientista mais influente do planeta Nyanjuf. Após o planeta vizinho, Nscbu declarar uma súbita invasão por meio de seu ditador, o Imperador Zifrino Dimões, ele (Parsário) decidiu recrutar sete humanos aleatoriamente para poderem expulsar os invasores. Componentes: Reverendo Josefo Santapaz, Marcílio Pistoler, Senhora Rabuja Rufino, Ramiro Ruela, Raimundo Alegrino, Senhora Elvira Tempobom e Reinaldo Vistório. Juntos, formam a equipe de heróis interplanetários os Defensores Espaciais. A história surgiu por acaso também, não possuindo ligação com os filmes Sete Homens e um Destino e Os Sete Samurais.

O que é um universo compartilhado e como criar um, parte 2 de 2.

Uma fórmula bastante competente e eficiente para se criar um universo compartilhado é usar como base algum ponto em comum. Assim como eu fiz nesse caso, que foi usar conceitos científicos.

A propósito, ainda está para sair o primeiro crossover que juntará os quatro universos de personagens do Universo Compartilhado dos Amigos do Universo pela primeira vez: Arigatô aos Amigos do Universo 2 – Quando as Equipes Se Aliam!

Sinopse: Uma aliança mal-intencionada coloca a equipe de patrulheiros espaciais os Amigos do Universo e a equipe de heróis interplanetários os Defensores Espaciais para trabalharem em conjunto! E, além de os vilões começarem a exigir coisas, eles também sequestram o Ciber-Soldado e Tião Cometa e Asteroide! Escrita a partir de um argumento.

Esse é só um exemplo de universo compartilhado que possuo (ainda possuo mais alguns), mas exemplos famosos são o que não faltam: Universo Mauricio de Sousa, Universo Marvel, Universo DC e tantos outros.

Os impagáveis crossovers dos Amigos do Universo e de Joel Comar o Cineasta, parte 1 de 2.

Observando a popularidade de crossovers de histórias em quadrinhos com pessoas reais e personagens de outros autores e empresas, decidi fazer a mesma coisa. Por isso, pedi autorização a amigos para utilizar suas criações ou a si mesmos em histórias da série de quadrinhos Arigatô aos Amigos do Universo. Outro crossover nesse sentido será feito com a série de quadrinhos Aisatsu a Joel Comar o Cineasta, sequência da série de quadrinhos Joel Comar o Cineasta, que é sobre um sujeito fracassado e irreverente que quer ser o nome mais conceituado e culto do cinema, mas vive fazendo péssimos filmes.

Assim como Arigatô aos Amigos do Universo parte de uma premissa envolvendo cultura japonesa (o Cruzador Cósmico é alvo de uma chuva de meteoritos e os heróis devem aterrissar em Niponeia, planeta cujos habitantes admiram e apreciam bastante a cultura japonesa), o mesmo ocorre em Aisatsu a Joel Comar o Cineasta (ele decide investir em novos filmes para atrair o público japonês sem imaginar que isso poderá irritar bastante os próprios japoneses).

Infelizmente, os crossovers ainda não estão prontos, só que eu já defini como é que eles deverão ser exatamente e propriamente.

Agora, sim, iremos às sinopses dos crossovers:

Os impagáveis crossovers dos Amigos do Universo e de Joel Comar o Cineasta, parte 2 de 2.

Arigatô aos Amigos do Universo – Um Momento Demonstrágico!: Os Amigos do Universo unem forças com o Veredicto e o Flama para resgatarem Sam Esparta, desaparecida durante uma demonstração de artes marciais!  Sam Esparta criada por Luciano Nascimento da Silva, Veredicto criado por Ed Oliver e o Flama criado por Deodato Borges e tutelado por Michelle Ramos. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Arigatô aos Amigos do Universo – O Plágio Interplanetário!: Os cantores, compositores e escritores Luiz Motta e Ricardo Aquino do planeta Terra precisam dos Amigos do Universo contra quem os plagiou em muitos outros planetas!  Luiz Motta e Ricardo Aquino. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Arigatô aos Amigos do Universo 3 – Uma Aliança Fora de Série!: Os Amigos do Universo unem forças com o Bucha contra novos invasores alienígenas, que se aliam ao Zebra, arqui-inimigo do Bucha!  O Bucha e o Zebra criados por Samuel Bono. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Arigatô aos Amigos do Universo – Um Evento para Lá de Desanimado!: A organizadora do evento Anime Fest (Marihá "Mari" Castro), a cosmaker (Hairan "H-Sama" Zuchelli) e a irmã mais nova da organizadora (Anne Castro) precisam dos Amigos do Universo contra invasores alienígenas se fingindo de cosplayers em uma edição especial no planeta Niponeia! Marihá "Mari" Castro, Hairan "H-Sama" Zuchelli e Anne Castro. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Arigatô aos Amigos do Universo – Uma Colônia Cronometrada!: Os Amigos do Universo unem forças com o Catalogador, um grupo de crianças conhecidas como Cores e uma cozinheira chamada Annie contra um grupo de invasores do planeta Kronos, que quer exterminar de vez os habitantes do planeta e iniciar uma nova colônia! O Catalogador criado por Lancelott Martins, Cores criadas por Carol Rossetti e Annie criada por Júlia Roldão Morgan Boueri. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Aisatsu a Joel Comar o Cineasta – Um Filme Desfilmado!: Joel Comar o Cineasta pede ajuda ao Catalogador quando o elenco de seu mais novo filme, incluindo as crianças do Cores e a cozinheira Annie começa a desaparecer misteriosamente! O Catalogador criado por Lancelott Martins, Cores criadas por Carol Rossetti e Annie criada por Júlia Roldão Morgan Boueri. Direitos de nomes e imagens gentilmente cedidos para mim.

Os spin-offs dos Amigos do Universo e de Joel Comar o Cineasta, parte 1 de 2.

Os spin-offs (derivagens) presenteiam os fãs de histórias em quadrinhos, livros e filmes com histórias inéditas, tendo como protagonistas os coadjuvantes, figurantes e antagonistas das histórias originais. Geralmente, os protagonistas originais não aparecem, nem são mencionados.

Eis então que decidi fazer quatro spin-offs da equipe de patrulheiros espaciais os Amigos do Universo e um spin-off do fracassado e irreverente Joel Comar o Cineasta, eles ainda não foram feitos, só que serão estes aqui:

Sinopse (Senhor Lunes – Ampliando os Negócios Até que Ponto?): Cansado de os negócios não irem nada bem no Antícua Antiquário, o empresário e comerciante Senhor Lunes assina um contrato com uma empresa multiespacial, a Distribuidora e Revendedora Anos-Luz para ampliar seus negócios, mas será que essa parceria é uma boa ideia? Spin-off dos Amigos do Universo.

Sinopse (Vagaroso e Vagalume e Ingrid Matiello – Um Espetáculo à Flor da Pele!, Edição 1 de 2): A dupla musical vagaroso e a atriz e cantora Ingrid Matiello decidem fazer um espetáculo no planeta Varginha, sem saberem que alguns vilões estarão por lá para garantirem que as coisas não sairão nada bem para o trieto! Spin-off dos Amigos do Universo e do Ciber-Soldado.

Sinopse (Vagaroso e Vagalume e Ingrid Matiello – Um Espetáculo à Flor da Pele!, Edição 2 de 2): Vagaroso e Vagalume e Ingrid Matiello precisarão sobreviver a todo e qualquer custo no planeta Varginha e garantir o sucesso de seu espetáculo! Spin-off dos Amigos do Universo e do Ciber-Soldado.

Os spin-offs dos Amigos do Universo e de Joel Comar o Cineasta, parte 2 de 2.

Histórias desta edição (Vagaroso e Vagalume e Ingrid Matiello – Aventuras Além do Espaço): Empresários em Guerra, Cosmolina, Rúbia e Keila Fora de Si e O Sucesso na Terra Inversa. Na primeira, o empresário de Vagaroso e Vagalume e o empresário de Ingrid Matiello brigam feio, o que leva o trieto a procurar uma solução. Na segunda, Cosmolina Hajato, Rúbia Abanica e Keila Franceschetti, respectivamente, esposas de Vagaroso e Vagalume e melhor amiga de Ingrid Matiello passam a agir de forma bem estranha e o trieto decide descobrir o que aconteceu. E na terceira, a dupla musical Vagaroso e Vagalume e a atriz e cantora Ingrid Matiello decidem aceitar a oferta de fazerem um espetáculo na Terra Inversa, parte de uma realidade alternativa habitada por outras versões de todos aqueles que, originalmente, eram bons, passam a ser maus e vice-versa. Spin-off dos Amigos do Universo e do Ciber-Soldado.

Sinopse (Régia de Juno – Quando o Tiro Sai pela Culatra!): A atriz e cantora Régia de Juno não arranja mais nenhum contrato com nenhum estúdio porque estão preferindo as artistas mais belas e jovens... Ela então decide ir trabalhar em Charles, capital da República de Charleston, localizada na Europa, onde descobre que a vida é cheia de segredos e surpresas nem um pouco agradáveis e simpáticas! Spin-off de Joel Comar o Cineasta.

A propósito: um amigo meu defende a ideia de que o Brasil não deve investir em spin-offs, já que cada país deve ter a própria cultura e copiar a cultura de outro país (os Estados Unidos) é falta de criatividade e de identidade. Por outro lado, outro amigo meu defende a ideia de que se estarei fazendo spin-offs criações minhas, não tem problema; também que cultura é para ser compartilhada em massa, muito embora um spin-off seja muito mais uma forma de se narrar histórias do que uma cultura exatamente e propriamente.

E em tempo: spin-offs são só histórias estreladas por alguém que não o protagonista ou um dos protagonistas, qualquer história estrelada por um menor número de personagens do que o número oficial, por mais benfeita que seja, não é um spin-off.

Como funciona a rotação 3D em corpos de pessoas e personagens.

Estou fazendo um curso de Desenho Artístico (aliás, outro, pois já fiz cinco cursos de Desenho Artístico e um curso de Desenho Técnico antes) e aprendi recentemente a melhorar a rotação 3D em corpos.
Para quem desconhece ou ignora, a rotação 3D consiste em desenhar pessoas e personagens de frente, de costas, de lateral e sentadas.

Quando estão de frente, seus braços e pernas são vistos bem mais de perto e melhor, podendo ou não estar esticados para alguma direção e as pernas também não precisam ficar tão próximas.

Quando estão de costas, além de partes do corpo como seus rostos e unhas das mãos não aparecerem, as mãos ganham novos detalhes (como alguns risquinhos, por exemplo).

Quando estão de lateral, seus braços podem ficar bem mais soltos, com direito a diferentes posições das mãos (como dentro dos bolsos, por exemplo) e podem olhar para frente ou para trás.

E quando estão sentadas, suas pernas e braços podem ficar abertos ou cruzados, com os corpos em si estando posicionados em algum solo.

Assim como fiz ao retratar duas amigas desenhistas, que haviam me autorizado prontamente a desenhá-las. Optei por desenhá-las em rotação 3D sem cores mesmo, nem preto, nem tons de cinza, que foi para os desenhos ficarem os mais naturais possíveis.

A propósito: aplicativos que servem para desenhar no computador (incluindo o CorelDraw, o Illustrator e o Toon Maker, entre outros) são bastante competentes e eficientes em se fazer rotação 3D.

As Descoladas: estudantes e musicistas.
A espontânea Beatriz (Bia) (vocal e violão), sua melhor amiga; a carismática Maria Clara (Clara) (bateria) e a prima desta; Michelly (triângulo) podem estar fora do horário normal de aula, mas elas não são gazeteiras.

Colegas de classe da dupla nonsense Albert & Einstein (em quadrinhos) e de profissão da banda musical os Romanoz (em livros), elas somente estão fora da escola quando estão trabalhando.

A primeira aparição das três se deu na história completa As Descoladas: A Disputa das Bandas Interescolares (outubro de 2017).

Segundo o dicionário, descolado é quem ou o que se desgrudou ou se descolou ou quem possui um comportamento sociável. Porém, eu criei a terceira acepção: quem ou o que está fora do horário normal de aula.

Tudo começa quando elas precisam da ajuda do excêntrico roqueiro Míqui Merreca para vencerem uma disputa entre bandas de diferentes escolas, mas o homem está em uma turnê pelo país. Elas então arquitetam um plano para trazerem o homem de volta.

Atualmente, o trio "trabalha" nos temas de abertura dos vídeo games / mangás / animes fictícios Fateful Fighters (Combatentes do Destino), Buster Boxers (Boxeadores Colossais) e O Extermínio Externo.

A ideia para a banda surgiu quando decidi fazer uma homenagem autorizada a três amigas minhas, quem conheço pessoalmente há mais de 20 anos. Não são tão próximas, mas são pessoas respeitáveis de qualquer maneira.

A propósito, para quem se interessar, as sinopses dos três animes que "existem" nas histórias:

Fateful Fighters: Um grupo de combatentes é escolhido para uma luta da qual não se sai com vida. Homenagem aos jogos de luta.

Buster Boxers:  Um grupo de boxeadores é escolhido para mostrar que são os melhores caso os sejam. Homenagem aos jogos de luta também.

O Extermínio Externo: O Governo do Japão desenvolveu um novo projeto para ampliar a força física, mental e emocional dos recrutas de todos os exércitos ao redor do mundo, mas devido a um erro de cálculo, todos os recrutas são transformados em múmias, zumbis e esqueletos. Homenagem aos jogos de zumbi.

13 comentários:

  1. Respostas
    1. Muito grato, meu amigo!

      Meus amigos virão aqui em casa fazer as filmagens às 15:00, qual o nome ou URL de seu canal (o de você no caso)?

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    2. Escute só, editei o nome de quem me filmará nos créditos e adicionei o vídeo extraoficial, se possível, retorne mais tarde e dê uma conferida e analisada!

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    3. Atualizei o conteúdo com cinco novos roteiros, deverão vir mais alguns futuramente!

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  2. Ei Sávio christi aqui quem fala e a raposa do yahoo uma maneira de aumentar as views do seu videos é as tags lembra de criar muitas tags para pessoas chegar no seu video facilmente entendeu ne?

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    1. Sim, claro, amiga Raposa, obrigado e parabéns pela indicação!

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    2. Escute só, editei o nome de quem me filmará nos créditos e adicionei o vídeo extraoficial, se possível, retorne mais tarde e dê uma conferida e analisada!

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    3. Atualizei o conteúdo com cinco novos roteiros, deverão vir mais alguns futuramente!

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  3. Ex faz um video de anime mas coloca tag de outra coisa para as pessoas chegar ao seu video sem nem mesmo querer entendeu ?

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  4. Respostas
    1. Muito grato, meu amigo, de verdade!

      Verei se meu primeiro vídeo sai antes do final desta semana!

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  5. Escute só, editei o nome de quem me filmará nos créditos e adicionei o vídeo extraoficial, se possível, retorne mais tarde e dê uma conferida e analisada!

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